terça-feira, 26 de setembro de 2017

Homem chupando caralho

HOMEM CHUPANDO CARALHO





O boquete platônico
W. H. Auden (1948)


Era um dia de primavera, um dia bom para uma relação sexual, quando o ar cheirava a um vestiário,
um dia para punhetar alguém ou ficar punhetando;
Voltando do almoço, virei minha esquina e lá
em um degrau da entrada do prédio próximo, eu o vi de pé sozinho.

Olhei ele de relance enquanto avançava. A camiseta branca limpa delineava um torso vigoroso,
a calça jeans azul claro não revelava muito.
Eu observei a curva da lombar ​​onde ela encontra o traseiro,
Eu olhei a virilha onde o tecido estava intrigantemente saliente.

Nossos olhos se encontraram. Eu me senti como que doente. Meus joelhos ficaram fracos.
Não consegui me mexer. Eu não sabia o que dizer.
Baixou uma névoa e eu ouvi palavras, minhas mesmo numa estranha conversação
"Você virá ao meu apartaemnto?" Então uma voz rouca respondeu, "OK."

Eu servi cervejas e conversamos. Como um garotinho
Ele me contou sua história. Endereço atual: prédio ao lado.
Meio polonês, meio irlandês. Era o filho mais novo. De Illinois.
Profissão: mecânico. Nome: Bud. Idade: vinte e quatro anos.

Ele colocou o copo sobre a mesinha de centro e esticou os braços nus ao longo
da parte de trás do meu sofá. A luz do sol da tarde atingiu
Os cabelos loiros do seu pulso que ficou perto da minha cabeça. Seu queixo era forte.
Sua boca era excessivamente maravilhosa. Eu mal podia acreditar na minha sorte.

E aqui estava ele sentado ao meu lado no sofá, com as pernas separadas.
Não aguento mais. Toquei o interior de sua coxa.
Sua resposta foi aproximar-se. Eu tremia, meu coração
Bateu e pulou quando meus dedos foram até sua braguilha.

Abaixei o zíper e joguei pro lado o tecido. Fui em frente.
Procurei uma fenda na cueca justa que usava
Toquei no volume que eu procurara. Cheguei na carne quente e nos pentelhos.
Eu continuei. Encontrei o que eu esperava. Eu suspirei fundo. Era grande.

Ele respondeu a minha reação de um modo encantador e desarmante:
Sem dizer uma palavra, ele terminou de desabotoar o cinto enquanto eu estava em choque.
E relaxando para trás, esticou as pernas. Fez suas calças caírem.
Se despiu cuidadosamente, eu observei o que queria segurar.

A cabeça circuncidada era uma obra de perfeição
Com borda perfeitamente chanfrada de peso incomum
E o vermelho mais agradável. Mesmo relaxado, o talo
Era de dimensões nobres com as rugas que indicam

Poderes singulares de extensão. Por um segundo ou dois,
Ficou lá inerte, de repente se agitou na minha mão,
Então parou como se estivesse assustado ou duvidoso do que fazer.
E então, com um empurrão violento começou a se expandir.

Numa certeza silenciosa, estendeu-se e distendeu-se rapidamente
Em grande salto, subiu, avermelhou, correu para o tamanho completo.
Quase vinte e três centímetros de comprimento e oito centímetros de espessura,
Uma coluna real, indizivelmente solene e sábia.

Testei seu comprimento e força com um aperto manual.
Juntei meus dedos e girava-os sobre a cabeça.
Meus dedos acariciavam o talo de cima para baixo. Eu me pus de joelhos.
Abaixei a cabeça. Abri a boca para o trabalho.

Mas ele me afastou gentilmente. Ele se abaixou. Ele desatou
os nós dos seus sapatos. Ele tirou as meias. Levantou-se. Arriou
Suas calças completamente. Vi os seus músculos nos braços e cintura
Se contorceu enquanto tirava sua camiseta sobre sua cabeça.

Eu percebi seu bronzeado, gostei do contraste de marrom
do seu torso contra partes brancas da bunda pequena.
Com uma flexão e uma torção, ele terminou de se despir.
Eu tirei as minhas roupas. Ele me encarou, sorrindo. Eu via tudo.

O magnífico órgão estava rígido e solto
Com uma ligeira curva para cima. Em cada batida do coração dele, ele causava
Um pequeno e estranho aceno da minha cabeça. Do furo do cano
Exudou uma gota de uma transparente e viscosa substância.

O antro dos pentelhos era curto, a pequena mata de um jovem,
Um emaranhado de cachos e espirais, luxuriante, mas preciosos.
Com exceção de um tufo de cabelos dourados que subia
Para o umbigo bem delineado, o resto da barriga era sem penugem.

Bem pendurado, pendente no garfo das suas pernas musculosas,
O vaso rígido de seu esperma, como uma pera abaulada
Embalagem de suas glândulas bonitas, dois ovos hercúleos,
Balançantes enquanto ele vem em minha direção, desavergonhado, nu.

Juntamos as bocas. Nós entrelaçamos. Todo o agir era forte,
Todos os atos de contato, o ataque e o interlaçar
De línguas, a atração dos braços. Estremeci ao toque
De sua carne fresca, eu vibrei ao choque de seu pênis.

Entreabrindo minhas pernas um pouco, eu inseri seu divino
ser entre elas e fechei tão apertado quanto pude.
O grande calor de sua barriga estava indo todo para a minha.
Nu, colados juntos por um minuto, ficamos de pé.

Acariciei os lóbulos de seus ouvidos, a parte de trás da cabeça
E os ombros largos. Eu segurei as compactas
bolas lá embaixo. Foi então que cambaleamos. Ele caiu na cama.
Boca entreaberta, os olhos fechados, ele deitou-se lá, pronto para o ato.

Louco para ser tocado, para ser sentido e cheirado. Meus lábios
Exploraram os seus adoráveis ​​mamilos masculinos. Meus olhos
Avaliaram o seu tórax. Acariciei os quadris atléticos
E as magras pernas. Eu aprovei os sulcos das coxas.

Eu o abracei, aconcheguei-me a uma axila. Eu a cheirei
O cheiro sutil de seu tufo. Eu lambei o gosto
Da sua concavidade quente. Meus dedos em deriva começaram
Uma caminhada de inspeção, um passeio pela cintura.

Para baixo, em curtos círculos, meus dedos seguiam à esmo.
Invadindo em direção às suas partes íntimas como caçadores furtivos, aproximaram-se do pinto,
Mas meus dedos provocativamente se desviaram, recuando do encontro.
Como se estivessem suplicando que ele desse o sinal para o início.

"Posso passar a língua atrás?" Eu sussurrei. Concordando ele moveu as pernas.
Virou de lado e abriu as pernas, deixando eu ir
Para as partes escuras de atrás. A primeira coisa que fiz foi beijar
O longo e grosso cordão que seguia de suas bolas até o traseiro.

Apertando as nádegas para os lados, abri o caminho
Para o fundo da ladeira cabeluda. Eu cheguei até o orifício franzido.
Foi rápida minha lambida. Ele reagiu pressionando a virilha no meu queixo.
Suas coxas se contorceram enquanto minha língua se achava no seu buraco.

Suas sensações ansiavam pela consumação do boquete. Ele afastou bem
Suas pernas e ficou no jeito de ser chupado, quente como um menino adolescente.
Nu, pau duro, cheio de tesão, cobiçando ser sugado,
Agarrando o lençol, todos os seus poros abertos para a alegria.

Examinei sua ereção. Eu examinei suas partes com um olhar fixo
O local do escroto. Olhei a parte inferior
De seu pênis, olhei através da floresta de pelos pubianos
Até a vista alcançar o seu peito imponente e largo.

Admirava a textura, as delicadas rugas e os lindos
sulcos do saco espaçoso. Adorei a beleza
Do genital masculino. Eu guiei a deliciosa carne
Até a minha boca, aquela dureza até ao meu rosto.

Deslizando meus lábios ao redor da cúpula bizantina da cabeça,
Com a ponta da minha língua eu acariciei o sulco sensível.
Ele ficou bem perturbado com a linguada. "Isso é delicioso!" Ele disse com voz rouca.
"Continue! Continue! "Muito lentamente, comecei os movimentos da minha boca.

Suavemente, atentamente, eu deslizei para a base maciça
De sua torre de poder, parei um momento embaixo
Na sua mata úmida e quente, então comecei a voltar
Milímetro por milímetro, o liso caminho para a cabeça latejante.

O prazer profundo só ​​aumentavam em delícias por vir
Quando minha boca descia e subia essas grossas paredes inchadas.
Eu segurei a raiz do membro entre o indicador esquerdo e o polegar
E com a minha mão direita cocei suas bolas pesadas e volumosas.

Eu prossegui com uma estocada rítmica firme e lenta,
E, a cada golpe eu lhe dava um saca-rolhas com a língua.
Sua alma fluía na sensação. Ele choramingou "Oh!"
Enquanto minha língua sugava e apertava e rolava, fazia cócegas e balançava.

Então eu pressionei no local onde a virilha se junta ao pau,
E deslizei um dedo em sua bunda e massageei dentro.
As ocultas barreiras de seus sucos começaram a desbloquear.
O que ele sentia fez ele se render. "Ó Jesus!", Ele falou.

Ondas de prazeres imensuráveis ​​levavam seu membro à rápidos
Espasmos. Fiquei quieto encaixado na sua virilha inalando seu suor.
Seu anel se convulsionou em volta do meu dedo. Em mim, rico e grosso,
Seu jato quente caiu em gotas, jorrou jato depois de jato.







Oral 1
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Oral 2
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Oral 3
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Oral 4
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Oral 5
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Vídeo 1 - 2 min 19 s - 9,68 Mb







Oral 6
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Oral 7
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Oral 8
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Oral 9
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Oral 10
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Vídeo 2 - 1 min 12 s - 28,5 Mb







Oral 11
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Oral 12
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Oral 13
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Oral 14
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Oral 15
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Vídeo 3 - 3 min 51 s - 15,7 Mb







Oral 16
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Oral 17
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Oral 18
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Oral 19
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Oral 20
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Vídeo 4 - 1 min 1 s - 7,16 Mb







Oral 21
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Oral 22
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Oral 23
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Oral 24
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Oral 25
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Vídeo 5 - 4 min 8 s - 18,1 Mb







Oral 26
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Oral 27
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Oral 28
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Oral 29
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Oral 30
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Vídeo 6 - 1 min 36 s - 5,78 Mb







Oral 31
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Oral 32
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Oral 33
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Oral 34
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Oral 35
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Vídeo 7 - 2 min 7 s - 8,1 Mb







Oral 36
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Oral 37
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Oral 38
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Oral 39
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Oral 40
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Vídeo 8 - 5 min 0 s - 33,3 Mb







Oral 41
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Oral 42
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Oral 43
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Oral 44
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Oral 45
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Vídeo 9 - 4 min 52 s - 27,1 Mb







Oral 46
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Oral 47
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Oral 48
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Oral 49
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Oral 50
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Vídeo 10 - 4 min 18 s - 15,1 Mb







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