sexta-feira, 4 de julho de 2014

Meu pinto, seu pinto, pintos deles


MEU PINTO, SEU PINTO, PINTO DELES



Recebi uma crítica de um visitante acerca de que algumas postagens o texto não tem relação alguma com as imagens e os vídeos. Sim, isto acontece e vai acontecer novamente agora. Um outro visitante fez uma contribuição deixando no box de comentários sua posição pessoal quanto a não usar preservativos durante o sexo anal, dizendo que não se preocupa porque logo surgirá a cura para a AIDS e, portanto, pratica frequentemente o sexo "sem borracha" sem preocupar-se, bem como não percebe nenhuma preocupação também por parte do seu parceiro, ou seus parceiros.



Cock #1
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Cock #2
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Cock #3
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Cock #4
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Cock #5
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Outro visitante, ao contrário, disse-me por e-mail que eu não devia publicar fotos e vídeos contendo a prática do sexo oral e anal onde haja contato com esperma porque, segundo ele, eu estaria fomentando , estimulando, encorajando e aprovando o sexo desprotegido. Eu respondi a ele que este blog é de entretenimento, assim como na televisão ou no cinema se você assiste um filme do super-homem com ele saltando e voando no ar não significa que ao sair do cinema ou da sala de sua casa você vai subir no telhado e pular e sair voando. Da mesma forma, quando este blog mostra material onde há sexo desprotegido, seja oral ou anal, não quer dizer que o visitante vai "subir no telhado e pular e sair voando".



Cock #6
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Cock #7
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Cock #8
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Cock #9
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Cock #10
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Quem não se protege durante uma relação sexual, sendo radical e usando argumento extremo, o faz ou por ignorância ou por escolha. A AIDS é uma realidade desde 1981 e sabe-se que é transmitida entre os homossexuais e bissexuais (também pelos heterossexuais) principalmente pela prática do sexo anal sem uso de preservativo, ou quando o preservativo se rompe. As formas de contágio mais importantes são via sexual, algum gay ou bissexual ainda não sabe isso? Alegar que não usa preservativo porque não tem o vírus sem comprovar primeiro clinicamente é muita falta de responsabilidade e de respeito, primeiro para consigo mesmo e segundo para com seus parceiros. Agora se faz sexo "bareback" conscientemente é outra coisa, opção individual deve ser respeitada MAS é compulsório que o parceiro concorde e permita fazer sexo sem camisinha. Enfim, a prática de sexo desprotegido deve ser uma opção dos parceiros e quem quer faz, quem não quer não faz.






Quando um homem gay e bissexual é contaminado ele está propenso inevitavelmente a aparecer efeitos físicos (no corpo) e psicológicos (na mente) após certo tempo, tempo este que varia de modo que alguns homens os efeitos mais rápidos e em alguns homens os efeitos demoram mais a aparecer. As alterações físicas, externas e internas, são mais comuns, acontecem na ordem de 70% dos casos. Como estas alterações físicas podem demorar a acontecer há homens que discordam em se submeter ao teste de anti-HIV justamente porque não demonstram no corpo qualquer sinal de contaminação e bom base nisso "sabem" que não estão infectados. Para dar uma ideia da quantidade de homens que pensam assim entre os bissexuais são 13% e entre os gays são 15%. Quanto a quantidade de bissexuais e gays que aceitariam e acham importante fazer o teste de anti-HIV entre os homens bissexuais 52% e entre os homens gays 85% declararam-se favoráveis ao teste.






Os homens gays se prestam mas facilmente a realizar o teste de anti-HIV do que os bissexuais. Talvez certa dificuldade em ir a um laboratório e fazer o exame deva-se, por parte dos homens bissexuais, em acharem que a prática de sexo oral ou anal sem camisinha não tenha risco tão alto como o realizado por gays já que estes são considerados mais promíscuos e mais viciados em sexo do que eles, os bissexuais. Também a resistência em ir fazer o teste deva-se ao simples fato de que não tem coragem, isso vale tanto para bissexuais quanto para gays. Sair de casa e ir fazer o teste e descobrir se está ou não infectado é mais fácil para gays do que para bissexuais. Os gays consideraram que há realmente uma epidemia e esta epidemia é ainda mais grave do que a mídia expõe enquanto que os bissexuais tendem a crer que há exagero da imprensa. Que reação pessoal aconteceria caso um homem gay ou bissexuais descobrisse que está com o vírus do HIV? Uma pesquisa revelou que 50% dos bissexuais e 46% dos gays se conformariam. Uns 25% dos bissexuais e 40% dos gays teriam crises psicológicas. Cerca de 13% dos bissexuais e 6% dos gays se isolariam.






Algo de bom que aconteceu conosco, gays e bissexuais, foi que o surgimento da AIDS provocou como resposta comportamental um maior uso do preservativo. Justamente porque gays e bissexuais praticam muito mais frequentemente o sexo anal do que os heterossexuais e há uma vulnerabilidade e risco de se acabar contraindo o vírus, o uso do preservativo aumentou. Infelizmente, entre homens gays e bissexuais, há alguns que se apaixonam e não querem usar o preservativo, por amor! Todos nós que nos apaixonamos um dia sabemos que a paixão cega, consegue tornar um sapo em príncipe e é quase impossível controlar a vontade de tornar-se um com o amado, fundir-se nele, tornar real a união das almas gêmeas. E nisto a camisinha é um empecilho, algo que separa, que impede a união plena. Já aqueles adeptos do sexo sem borracha não é o caso da cegueira dos apaixonados, mas sim um comportamento propositado, fazem sexo "no pelo" porque querem obter mais prazer. Veem muito bem a situação, só que por um outro ponto de vista, que, enfim, por nosso amor à liberdade, devemos respeitar. Nem sempre, porém, concordado.










Vídeo no. 1 - 4 min 3 s - 17,0 Mb



Vídeo no. 2 - 5 min 1 s - 21,0 Mb



Vídeo no. 3 - 4 min 15 s - 17,7 Mb



Vídeo no. 4 - 3 min 15 s - 13,5 Mb



Vídeo no. 5 - 3 min 44 s - 15,6 Mb



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