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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Sonho de soldado


SONHO DE SOLDADO


Sonhei que estava transando com um soldado e será que sonhar com soldado tem algum significado? Uma interpretação é que sonhar com soldado sinaliza que existe uma falta de disciplina e de atitude em sua vida e a consequência da falta de enfrentamento às situações da vida é surgir alteração emocional e angústia. Seja lá o real significado de sonhar com soldado o que importa é que foi um sonho erótico com muito beijo na boca e sexo.


Military 1


O meu sonho começou quando eu cheguei no ponto de ônibus, eu estava vestido de jeans e T-shirt e com a intenção de ir até ao shopping center comprar ração para gato. Na verdade realmente tenho gato em casa mas não era a hora de comprar mais ração. Enfim, no sonho eu precisava comprar ração urgentemente. Quando chego ao ponto de ônibus percebo que ele fica debaixo de um viaduto na marginal de uma via expressa.


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O trânsito de veículos na via expressa era intenso mas só havia pessoas dirigindo e em parte alguma havia alguém transitando a pé. Nessa parte o viaduto tem pilares altos e largos, inclusive dois desses pilares ficavam a uns 20 metros atrás do ponto de ônibus. Atrás dos pilares começava a inclinação de terra que acabava por tocar a parte de baixo do viaduto, porém havia um lugar nesse aclive que permitia que se ficasse escondido atrás dos pilares, quem passasse de carro ou a pé não conseguia ver nada ali atrás do pilar.


Military 3


De repente chega um soldado e como a farda dele era toda verde, inclusive o boné, o meu sonho era colorido, digo isso porque dizem que é difícil sonhar colorido mas meu sonho era bem cheio de cores. Ele se aproxima de mim e assim na cena só há carros passando na via expressa e nós dois esperando ônibus na calçada. Ele me pergunta se eu estou esperando ônibus a muito tempo e eu digo que não, que acabei de chegar. No sonho eu não estranho que nem ele nem eu mencionamos qual linha de ônibus queríamos pegar, mas sonho é assim mesmo, tem esses lapsos de coerência.


Military 4


Ele não me diz seu nome e nem eu digo meu nome a ele mas isso de forma alguma nos distancia e torna formal a nossa conversa. Percebo que ele é moreno não no sentido uma pessoa que tomou sol e ficou bronzeada, não se trata disso, ele é moreno porque tem é descendente de pessoas da raça negra. Seus olhos são verdes, olhos verdes luminosos, contrastantes com o seu tom de pele. O que posso dizer? Resumindo, ele era um tesão de homem. Moreno, olhos verdes e com aquela farda verde de tirar o fòlego. Um homem de tirar o fôlego numa farda de tirar o fôlego!


Military 5


O tempo vai passando e eu e ele conversando e a cada vez que o olho não consigo de me sentir mergulhando naquele verde dos seus olhos, me sentindo submergindo cada vez mais naquelas duas lindas bolinhas verdes. E sem nenhuma possibilidade de ser discreto, não dava para ser discreto, aqueles olhos tinham me prendido, estava completamente rendido àquele homem. Ele seguia conversando comigo, ele tinha vários assuntos que ele ia colocando um atrás do outro, ainda bem porque no sonho eu parecia não saber falar, só sabia olhar, observar, fitar, encarar aqueles lindos olhos verdes.


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Vídeo 1 - Parte 1 - 6 min 22 s - 26,7 Mb


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Vídeo 1 - Parte 2 - 6 min 2 s - 25,4 Mb


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Vídeo 1 - Parte 3 - 6 min 28 s - 27,2 Mb


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Vídeo 1 - Parte 4 - 5 min 44 s - 24,4 Mb


O soldado me disse que quando estava vindo para esse ponto de ônibus quase houve uma batida entre dois veículos e que só não aconteceu porque um dos veículos deu um corte para o lado enquanto o outro freiava. O soldado me apontou a marca de freiada no asfalto, mas considerando que o quase acidente não tinha acontecido ali, não estranhei a presença da marca de freiada no asfalto bem na nossa frente, coisas de sonho! Eu com toda naturalidade disse a ele ainda bem que nenhum dos veículos te atingiu, ele sorriu, agradecido com a minha preocupação.


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Entremeando o seu discurso o soldado de vez em quando colocava a mão esquerda sobre a virilha e dava uma ajeitada, fez isso diversas vezes, como se fosse um tique nervoso. Porém, para mim era um comportamento repleto de sensualidade e eu internamente até parava de escutar o que ele dizia enquanto imaginava o tamanho da pica dele. Num desses toques meio inconscientes eu encarei a mão dele esfregando o pau por sobre a roupa, ele viu que eu via, e não se incomodou . Talvez ele tenha ficado surpreso como eu consegui deixar de olhar os seus olhos verdes.


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Nessa parte do sonho eu gastava mais tempo olhando para a braguilha dele e menos tempo olhando o rosto dele, quando de repente ele me trouxe para a realidade. Ele estava me dizendo bem agora que ele estava com vontade de mijar. Eu disse a ele que podia se encostar no pilar e mijar que quem passasse de carro não teria como se queixar caso se sentissem incomodados em ver um homem mijando na rua, o que é algo bem chato e até ilegal, mas acontece na realidade, quanto mais num sonho. Ele disse que ia para trás do pilar mijar e quando ele começou a mijar eu me posicionei na calçada numa tentativa de ver o pau dele. 


Military 8


E vi o pau dele inclusive naquele momento no qual ele deu várias balançadas no pau para se livrar das últimas gotas de mijo. Em seguida ele não guardou o pau na calça, em vez disso ele manteve o pau para fora e os olhos verdes me enviava uma mensagem criptografada mas totalmente clara de que eu devia ir até lá chupar a pistola dele. Quando eu cheguei atrás do pilar eu me ajoelhei e coloquei o pau duro dele na minha boca, toquei com cuidado à princípio mas logo parti para sugar gulosamente. Seu pau era de um comprimento normal, compatível com a estatura dele, porém a grossura era avantajada, fiquei várias vezes sem poder respirar.


Military 9


Não conseguia ver os pentelhos dele porque ele só tinha tirado o pau para fora, ele não desceu a cueca e a calça. Enquanto eu mamava seu pau eu toquei a minha mão na barriga dele, por cima da camisa, uma barriga musculosa, firme. Isso me deu um acréscimo de prazer, estar chupando um soldado lindo e sarado. Ele colocou as duas mãos atrás da minha cabeça e empurrava a minha cabeça para frente e para trás, decididamente, furiosamente. Com muito esforço eu consegui me livrar e quando o pau dele saiu de dentro da minha boca eu consegui respirar melhor, mas logo ele socava novamente o membro na minha boca. 


Military 10


Eu estava agachado com uma mão minha, a direita, apoiada na perna dele e a minha outra mão, a esquerda, segurando e atritando o pau dele, isto nos raros momentos que parte do pau dele ficava visível. Ele gostava de socar fundo na minha garganta e eu percebi que ele queria gozar, que estava com muito desejo sexual reprimido e assim iria aproveitar a oportunidade para descarregar o seu leite. Eu pensei comigo que eu não tomo leite, isso é perigoso, mas como o soldado estava no total comando da minha boca e garganta, caí na real e percebi que ele iria gozar na minha boca e eu teria que engolir. Conformado, fiquei esperando o jato chegar...


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Vídeo 2 - Parte 1 - 7 min 1 s - 29,4 Mb


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Vídeo 2 - Parte 2 - 6 min 51 s - 28,9 Mb


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Vídeo 2 - Parte 3 - 7 min 16 s - 30,5 Mb


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Vídeo 2 - Parte 4 - 7 min 42 s - 32,3 Mb


Quando ele começou a arfar e pressionar com muita força o seu pau na minha boca eu soube que a porra dele iria inundar a minha boca, pensei que eu poderia guardar a porra na boca e cuspir em seguida. Então me preparei para tomar leite e verdadeiramente tomei já que as várias ejaculações caíram na parte de trás da minha boca e eu estava impossibilitado de guardar a porra na boca, tive que engolir. A cada jato de porra eu ia engolindo, até que ele parou de ejacular. Na última ejaculada, quando ele folgou as suas duas mãos por detrás de minha cabeça, eu consegui reter na boca. Quando ele tirou o pau eu pude me deliciar com o gosto do leite dele.


Military 11


Levantei os olhos e vi que ele tinha um olhar que me dizia não vai cuspir minha porra, de modo que a solução foi eu passar a minha língua untada de porra no céu da minha boca, jogando a porra de um lado a outro dentro da minha boca para poder apreciar a sua densidade e paladar, em seguida ele me viu engolindo. No primeiro minuto seguinte ao momento que engoli o último jato de porra dele ele me disse que tinha que ir, ele sairia primeiro de trás do pilar e depois de algum tempo eu sairia. Deu certo, ele saiu, eu saí e então nos encontramos juntos no ponto de ônibus.


Military 12


Ao chegarmos ao ponto de ônibus percebemos que ainda só havia nós dois, mais ninguém esperando ônibus. Eu me senti preocupado de haver alguma porra dele na minha cara, mas isso era só uma preocupação porque ele não tinha desperdiçado nenhuma gota de porra, eu havia engolido 100%, ao raciocinar assim eu passei a pensar e se o meu hálito estivesse com cheiro de porra? Só me tranquilizei quando esqueci esses pensamentos a partir do convite que ele me fez de irmos para um motel. Ele queria comer a minha bunda mas me disse que isso ele não faria atrás de um pilar.


Military 13


O soldado e eu ficamos calados, foi a primeira vez que ele ficou sem conversar, ele gostava de falar mas acho que depois que ele goza ele fica introspectivo, mais reservado e por conta disso os seus olhos ficam mais escuros, ficam de um verde escuro um tanto profundo, triste, ausente. Ainda bem que um ônibus estava se aproximando, por estranho que seja, era exatamente o ônibus que queríamos pegar para ir para o motel localizado uns dois quilômetros à frente na via expressa. Ele não se incomodava, não ficava constrangido de entrar num motel usando aquela farda do exército. A sua vontade de comer um cú tornava isso um detalhe subjacente sem importância.


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Quando entramos no quarto do motel ele tirou a roupa primeiro e enquanto eu me despia eu vi que ele usava cockring, seu cockring passava ao redor do saco e do pau, um cockring metálico prateado. Seu pau estava duro e quando fiquei pelado ele veio na minha direção e me beijou na boca, sua barba estava feita mas estava crescendo, sua barba chegava a arranhar o meu rosto quando ele movia o rosto durante o beijo. Uma mão dele tocou a minha bunda, depois as suas duas mãos estavam tocando e empurrando a minha bunda na direção dele o que fazia com que o pau dele entrasse no meio das minhas pernas.


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Depois que eu apertei minhas coxas de encontro ao pau dele ele movimentou o pau para frente e para trás simulando uma foda. Em seguida ele me fudeu de quatro, de frango assado, de lado, uma variedade de posições. Até que ele me disse que queria que eu chupasse o seu cú e se possível fazer isso por uma hora. Eu não consegui deixar de rir, e ele riu também. O soldado me disse que não precisava enfiar a minha língua no seu cú, só fazer carinhos externos e à medida que fui fazendo o cunete ele ficava com o pau mais duro. Até que aquele soldado me fudeu sem camisinha. A porra dele tinha entrado em mim, primeiro, pela boca, e agora pelo cú. 


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