quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Testosterona

TESTOSTERONA


Estou com o resultado de exame laboratorial do meu nível de testosterona e deu 280 nb/dL para "Testosterona" e 9,48 ng/dL para "Testosterona livre calculada". Na última consulta médica que eu fiz eu pedi ao meu urologista que me desse um pedido de exame de sangue para testosterona, e ele me deu na verdade dois pedidos, um para testosterona e outro para testosterona livre calculada.



Meu médico me explicou que o exame clínico no meu nível de testosterona deveria basear-se naquelas duas medições. Eu ainda farei a apresentação desses resultados ao meu médico urologista, meu retorno é para a próxima semana. Gosto de chegar ao consultório já detendo algumas informações sobre o assunto, até mesmo para poder dialogar com o médico.



A página do DOUTOR DRAUZIO VARELLA veicula algumas informações básicas que a gente precisa saber sobre a testosterona. A primeira informação que ele nos fornece é que homens que se encontram com baixo nível de testosterona não são raros, ao contrário, é muito comum os homens terem nível baixo de testosterona no sangue.



Eu procurei meu médico urologista e disse a ele que eu estava sentindo uma diminuição da minha libido ("tesão") e me sentindo sem vitalidade, sinais evidentes de que há algo acontecendo com o meu nível de testosterona. Meu médico me disse que após eu lhe entregar os exames laboratoriais ele avaliaria o que poderia ser feito.


Contudo meu urologista disse que eu tinha feito recentemente uma operação plástica no rosto para a retirada de um tumor cancerígeno, diga-se a propósito que era do tipo benigno (não provocou metástase e dissipação par ao resto do corpo). Aparecimento de tumores é uma situação de contraindicação para a reposição do hormônio da testosterona.



A testosterona cai 8% a cada ano, a partir dos 30 anos de idade. Como eu tenho 56 anos, já perdi 20% na quantidade de testosterona no meu sangue. Observando os resultados laboratoriais constatei que meu nível de testosterona caiu muito mais do que 20%, o que me levará a indagar ao meu urologista se eu não tenho mesmo que repor este hormônio. 



Quando o nível de testosterona diminui cada homem tem um sintoma, uma reação:  perda de massa óssea e aumento do risco de fraturas - perda de força e diminuição da massa muscular - aumento da massa gordurosa - diminuição da libido - redução da fertilidade - fadiga - aumento da resistência à insulina e do risco de diabetes - depressão - comprometimento das funções cognitivas.



No meu caso particular eu notei que a diminuição do hormônio da testosterona no sangue me causa basicamente a diminuição da libido, o que pra mim é algo muito preocupante. Afinal, sou gay e, não que isso explique tudo, mas sexo para mim não é apenas uma questão de prazer, vai além, sexo é um meio para conseguir e manter relacionamentos.



A testosterona é importante para a função sexual normal e o desempenho sexual. Então porque eu tenho que não me preocupar depois de haver constatado que o nível desse hormônio no meu sangue está aquém do desejável ou necessário. O hormônio da testosterona influi no comportamento agressivo, de modo que tenho notado também que eu me sentindo sem "masculinidade" como eu tinha antes. 



Gostaria de voltar aquele comportamento cafajeste ou como dizem "galinha" que eu tinha quando eu era mais novo. Se a medicina tem o recurso de aplicação intravenosa ou por ação cutânea da testosterona, eu me inclino a dizer ao meu urologista que eu gostaria de correr o risco quando de minha procura pelo benefício. Quem não arrisca não petisca.



O que acontece é o seguinte: o nível de "Testosterona" de um homem varia de 175 ng/dL até 781 ng/dL. Isto significa que a quantidade mínima que um homem deve ter do hormônio da testosterona em seu sangue é de 175 ng/dL enquanto o nível máximo é de 781 ng/dL. Como em tudo na vida, o melhor é que a quantidade fique na média, ou seja, próximo de 478 ng/dL.



Então um homem com uma quantidade considerada na média tem 478 ng/dL de hormônio testosterona em seu sangue. A minha medição resultou em 280 ng/dL, o que está fora do valor médio, aliás, está bem abaixo, 41,4% abaixo do valor considerado como desejável. Eu pretendo, no dia da consulta com o meu urologista, argumentar que a quantidade de testosterona no meu corpo indica que eu sou um provável futuro paciente que vai receber injeção (prefiro usar fita adesina na pele!) de testosterona.



Agora vejamos a segunda medição chamada de "Testosterona livre calculada". O meu resultado apontou que eu tenho 9,48 ng/dL de testosterona livre no meu sangue. O valor de referência para homens adultos varia no intervalo de 4,58 ng/dL (valor mínimo) até 18,33 ng/dL (valor máximo). Portanto, a quantidade de testosterona livre que eu tenho está na média. Que ótimo!



Esclareço que o exame laboratorial demorou 5 dias para ficar pronto e custou R$35,00 o de "Testosterona" e R$51,00 o de "Testosterona livre". Em dólares americanos, respectivamente, US$17,17 e US$25,02, considerando que na data da cobrança dos exames laboratoriais 1 dólar americano valia 2,04 reais do Brasil. Acredito que o custo dos dois exames é acessível a maioria da população masculina brasileira...



Segundo o artigo "ESPECIALISTAS REVELAM QUANDO REPOR A TESTOSTERONA" a diminuição da quantidade de testosterona em homens adultos é sinal de que está acontecendo o chamado  Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM) ou Hipogonadismo Masculino Tardio. Se não for tratado pode levar a complicações cardiovasculares, aumento do colesterol, hipertensão arterial e diabetes.



Uma contraindicação provável para a reposição hormonal da testosterona é o câncer de próstata. O aumento de testosterona no sangue pode ocasionar ao aparecimento ou ao agravamento do câncer de próstata. Há controvérsias, alguns pesquisadores não relacionam a testosterona ao câncer de próstata. O artigo do Dr. Ernani Rhoden, publicado no New England Journal of Medicine, contraria esse senso comum.



Neste artigo do Dr. Rhoden, citado na revista online Vida Saúde de junho de 2006, é apresentado que: "A conclusão foi de que não houve maior incidência da doença nos pacientes tratados com o hormônio, se comparados àqueles que não se trataram. Apenas 1% daqueles submetidos à reposição desenvolveu a doença, cujo índice é muito semelhante ao encontrado na população masculina em geral."



O que importa é que voltarei ao meu médico urologista e vou levantar todas as questões que eu julgar pertinentes, afinal trata-se da minha saúde, e acho que você pensa como eu, de que vale ter uma vasta e sólida cultura, bens materiais e até um namorado lindo e maravilhoso se você não pode ter saúde para aproveitar?

Um comentário:

  1. Curto muito mijo sovaco pé e cuspi 81 983050509

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