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sábado, 1 de setembro de 2012

Mostre seu saco


This post contains nuts images. If it does not please you, it is a pity.

A uns 10 blocos de distância da minha casa abriu um bar que o forte é a venda de espetos de mussarela, carne e frango. Antes no local havia uma oficina de vans o que dificultava a gente passar na frente porque o rapaz estacionava algumas sobre a calçada, já que lá dentro não cabia todas. Agora como bar sobra espaço. E não é um bar gay, eu diria que é um bar para maconheiros.






Quando digo maconheiros não digo isso com preconceito, conheço e convivo com caras que curtem maconha e cocaína. Tenho a política de cuidar da minha vida e cada um cuide da sua como quiser. Melhor dizer então, para não parecer que tenho preconceito, que o bar é mais frequentado por caras tranquilos e sociáveis que gostam mais da noite e curtem assistir shows exibidos no telão, como o de Raul Seixas, Rappa, e um outro com uma seleção de reggae.






Estava eu sentado tomando minha primeira cerveja quando um cara entra no bar e vai direto pro balcão e pede uma cerveja e depois se aproxima de mim e começa a conversar. Nunca vi o cara antes mas gostei mas da companhia até porque ele era bonito, de uns 1 metro e 80, com uma barba por fazer. E tinha um cordão, daqueles que se põe chave de moto, ao redor do pescoço. A conversa ficou focada mais em motos mas o olhar dele era de quem queria sexo.






Sabe quando você conversa uma coisa mas subliminarmente você está comunicando outra coisa, era o que estava acontecendo. Eu disse para ele se a gente não podia dar uma volta de moto. Ele disse "demorou" e pagamos a conta e saímos, pegando o rumo da periferia da cidade. Ele entrou num mato e ele abaixou a calça, depois a cueca e a pica dele era mais pra grosso do que comprida, mole ficava meio escondida num tufo de pelos.






Ao me ajoelhar no chão eu notei que havia embalagens e camisinhas usadas no chão, algumas provavelmente era de transas anteriores dele. E muito provavelmente fodas com viados, sim, eu fazia a leitura pelo seu jeito safado que ele era um bissexual que de vez em quando traçava um viado e até mesmo um travesti. Mamei a vara dele com gosto, quanto mais ele gemia, mais eu mamava. Até que ele me fez ir pra moto, onde ele queria fuder meu botão.






Me encostei do lado que não tinha perigo da moto tombar, arrebitei a bunda e esperei ele tirar do bolso e desenrolar a camisinha na pica dele. Ele começou a meter devagar até que a cabecinha passou, quando a pica grossa como a dele esta é a parte mais difícil. Depois com o vai e ve a dor foi passando e ficou só prazer. Ele me pediu para dar uma reboladas e umas apertadas de cú. Dei o rabo até fazer ele gozar gostoso.






Eu pensei agora ele vai colocar a roupa e vamos embora, mas não. Ele disse para eu abaixar e dar um trato no saco dele enquanto eu batia uma punheta em mim. Até que eu ejacular eu fiquei passando a língua no saco peludo dele e dava mordiscadas puxando a pele para baixo. Melei o saco dele todo com saliva e melei a parte das coxas perto do saco, algo que ele gostava, pedia pra continuar. Tentei colocar as duas bolas dentro da boca mas ele reagiu sentindo dor, e coloquei na boca uma bola de cada vez.






O cheiro do saco dele era delicioso, o gosto do suor salgado do saco, o calor do saco na minha cara. Foi a primeira vez que bati uma punheta com um saco de macho na minha boca. Quando cheguei no ponto sem volta de gozar eu abocanhei a pistola dele e mamei mais um pouco. Ele foi um doce de homem, uma ótima companhia. Outra surpresa aconteceu em seguida, em vez dele sumir, ele voltou comigo para o bar. Meu cú ardia muito mas aguentei e ficamos no bar até umas 2 da madrugada.






Ficamos bebendo e conversando e ninguém podia imaginar que houve uma fudeção entre nós dois, nem mesmo uma garota que ficou em cima dele e até se beijaram. Ficamos em três na mesa, bem num certo momento ele saiu para fumar um baseado com um conhecido dele que chegou na mesa e nos cumprimentou, mas logo voltaram e ficamos em três de novo. Quando ele estava fora a garota me contou que já tinha feito sexo com ele. Se ela soubesse que ele fez comigo também...






Homens como ele é que sabe viver a vida, come tudo quanto é buraco, não interessa se é de mulher ou de homem. E além de fuder bem gostam de conversar. Por exemplo, nós três estávamos conversando e rolou o papo do que ele não gosta nas mulheres. Charles, este é o nome dele, contou que ele fica louco quando uma garota diz que ele está com uma roupa bonita. Mulheres se vestem para ficar bonitas, homens não, então porque razão uma mulher tem que dizer isto?






Outra coisa que ele diz detestar é quando há um jogo de futebol e ele fica exaltado e uma mulher diz que é só um jogo. Para a maioria dos homens jogo de futebol ou outro esporte não é só um jogo, é uma paixão. Então porque uma mulher acha idiotice um homem gritar, xingar, pular? Num grupo de homens nenhum deles faz crítica durante uma partida mas mulheres fazem, e o Charles detesta isso. Enfim, ele levantou o tema da eterna diferença entre homens e mulheres, o que foi muito divertido. Não tão divertido quanto trepar com ele, evidentemente.

Um comentário:

  1. Uma pergunta que não quer calar ? Esses homens que aparecem nas fotos são héteros ou homossexuais ?

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