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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Mijadas



Eu levei uma mijada na cara. Aconteceu a uns 10 anos mais ou menos numa rua escura próximo da minha casa e quem mijou na minha cara foi um motorista de táxi. Uma noite de verão eu decidi ir a uma boite no centro de Belo Horizonte e passei a madrugada bebendo cerveja e dançando muito. 











Lá pelas quatro da madrugada eu já estava de pilequinho (uma forma delicada de dizer bêbado) e pronto pra ir pra casa. Mas a bebida me tira o sono e eu pensei em ir para um bar próximo da minha casa que eu sabia que ficava aberto a noite toda. Quando saí da boite eu pensei "não vou conseguir pegar um táxi" mas eu me enganei, tinha um e eu entrei nele.












O motorista era um cara alto, magro, moreno sem barba nem bigode, simpático. Ele nem precisava me ver pra saber que eu era um viado mesmo porque a boite é gay, viado é o que não falta. Disse boa noite e pedi a ele pra me levar na avenida de nome e sobrenome mas quando chegou no meio do caminho eu já tinha cantado ele, até cheguei a colocar a mão na perna dele.












Eu disse a ele que estava a fim de algo mas ele disse que precisava trabalhar. Ele me perguntou se eu não queria tomar whisky e eu disse que não, meu negócio era só cerveja. Ele disse que tudo bem mas eu deveria ir a um bar que ele conhecia que também tinha cerveja lá. Topei. Só que ele parou antes na entrada de uma favela e parou num lugar que vendia cocaína.












Ele pagou pro cara e eu nunca tinha passado por uma situação desse tipo, fiquei mais curioso que com medo já que ele e o traficante se trataram como velhos conhecidos. Saímos da favela e ele parou no bar que queria que eu conhecesse. Sentei na mesa na calçada e ele entrou no banheiro pra cheirar. Depois ele voltou e tomou duas doses de whisky e eu uns três chopps. Fomos embora, depois que eu paguei a conta.












Dei o endereço da minha casa e fomos conversando. Não sei o que me deu e eu falei pra ele que eu gostaria que ele mijasse na minha cara com a sua urina com sinais de cocaína (pelo menos na hora eu pensei que a cocaína fosse expelida pela urina). Como a minha rua tem eventual movimento de tráfego eu disse para ele parar numa rua próxima que eu sabia que ficava vazia à noite. Chegando lá ele parou o carro e nós dois descemos.












Ele ficou em pé ao lado da porta do motorista e eu dei a volta e me ajoelhei no chão na frente ele. Ele tirou o pinto pra fora e mijou na minha cara, aproveitei pra beber um pouco. Então ele movimentou o pau pros lados e pra cima e pra baixo e molhou minha cara, minha camisa, minha calça. Quando acabou a mijada o taxista recebeu o dinheiro da viagem e partiu. Eu fui pra casa, nesta noite quente, todo ensopado e cheirando mijo de homem.

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