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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Conto erótico: Punheteiro de Copacabana

Moro num apartamento, oitavo andar, de um edifício em Copacabana e tem um casal que mudou para o apartamento ao lado do meu faz uns 3 meses. Eles trepam toda semana. Desde que eles se mudaram eu bato punheta todo dia que eles transam. É que meu quarto tem parede com o quarto deles e eu consigo ouvir a fudeção.

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Estou ficando magro e cheio de espinhas, a galera do vólei de praia até reparou que eu estou ficando diferente e eu não tenho pique pra contar que é porque eu ando batendo punheta. Eu já era um punheteiro profissional antes do apartamento vizinho ser alugado mas agora é como se eu tivesse uma agenda pra fazer o 5 contra 1.

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Normalmente é no sábado à noite eles transam. Se estão em casa a transa começa mais ou menos pelas 10 da noite. Se eles saíram pra algum lugar, começam a transar depois que chegam. Por isso no sábado eu não saio mais pra balada, não paro pra conversar com meus amigos, não faço mais nada. Tenho que estar em casa sábado à noite pra bater uma bronha.

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Quando sei que o bicho vai pegar no apartamento do lado eu já deito na minha cama, de cueca. Coloco o travesseiro em pé encostado na cabeceira, assim posso ouvir melhor. Não que eu não consiga ouvir se eu não ficar tão próximo da parede, eles transam como se não existisse mais ninguém no mundo. Só atrapalha ouvir a foda deles quando eles trepam com um vídeo de pornô ligado, mas isso aconteceu só uma vez.

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Quando sei que o bicho vai pegar no apartamento do lado eu já deito na minha cama, de cueca. Coloco o travesseiro em pé encostado na cabeceira, assim posso ouvir melhor. Não que eu não consiga ouvir se eu não ficar tão próximo da parede, eles transam como se não existisse mais ninguém no mundo. Só atrapalha ouvir a foda deles quando eles trepam com um vídeo de pornô ligado, mas isso aconteceu só uma vez.

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Num domingo dei de cara com eles quando eu ia saindo do meu apartamento. Eles estavam saindo também e nos cumprimentamos.Querendo ser simpáticos eles me perguntaram se estavam me incomodando e eu respondi nada a ver, sejam bem-vindos etc e tal. Eu dei uma desculpa que tinha esquecido algo e voltei pro meu apartamento. Corri pro banheiro e bati uma punheta especialmente pra ele, que gato é o meu vizinho!

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Na segunda-feira seguinte aquele domingo que conheci o meu vizinho, que se chama Eduardo, eu ouvi uns barulhos vindo do apartamento dele e fiquei curioso porque normalmente o apartamento ficava vazio. Claro que um deles estava em casa Eu pensei, deve ser ela. Então eu dando uma de bom vizinho fui levar de presente um tapete novo daqueles de por na frente da porta já que notei que eles não tinham.

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Pra minha surpresa, foi o Eduardo que atendeu! E vestindo só um short do Flamengo, meu time. Eu tentei esconder minha surpresa de dar de cara com o macho dos meus sonhos entregando logo o tapete, ele agradeceu e disse que a Suzy ia gostar, ela não está mas entra. Eu entrei, não ia perder uma oportunidade de conhecer a toca da fera.

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Eduardo me convidou para sentar no sofá e me disse até que enfim me acontece uma coisa boa, no sábado Suzy estava com dor de cabeça e só me deixou dar uma rapidinha e hoje ela foi pra casa da mãe e olha Elton (minha mãe me deu esse nome em homenagem ao Elton John...) acho bom você ter vindo, pra gente se conhecer mano!

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Quando eu pensei que a conversa ia ser rápida o Eduardo falava da vida dele e me perguntava da minha, parecia ser o tipo de cara que faz amizade fácil. Eu tentava só ser amigo mas não dava, eu de vez em quando olhava para as coxas grossas e peludas ele, para o "caminho da felicidade" bem no centro da sua barriga. Acho que ele acabou percebendo pra onde eu olhava e me jogou um você é gay?

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Não adiantava eu negar porque com certeza o porteiro já tinha falado pra ele a meu respeito e eu disse que sim. Eduardo deu uma risada e me olhou frente a frente e disse que ele já tinha comido o primo dele e isso não faz nem um ano, quando os dois tinham ido acampar. E me olhando fixamente disse que aprendeu a gostar de comer cú de homem.

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Eu ia falar qualquer coisa que eu sei não iria convencer ele que eu não dava a bunda mas quando comecei a falar ele abaixou o short e estava sem cueca, o sexo dele e os fartos pelos tudo à mostra. Eu apreciei a maravilhosa jeba bem dotada dele, circuncidado, com o sulco bem saliente. Cai de boca.

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Fui chupando a cabeça e a pica dele babou um pouco quando ficou meia-bomba. Passei a língua pelo talo e cheirei os pelos, ele devia ter tomado banho de manhã, estava cheirando sabonete. Dei uma caprichada na vara e ele durona ficou com as veias bem salientes. Eduardo estava com seus 19 centímetros todo duraço, graças à "musculação" que ele fazia todo fim-de-semana.


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Foi até que ele sentiu que se eu continuasse o boquete ele ia gozar. Se levantou e me levou pro quarto e me pediu para tirar a roupa e deixar de bruços na cama. Enquanto eu tirava a roupa ele foi até uma gaveta e tirou uma camisinha, rasgou a embalagem e desenrolou no pau. Depois passou um gel no meu cú e partiu pros finalmente. Enquanto metia eu tive que morder a fronha quando não era ele que tapava com as mãos a minha boca.


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Ele é o tipo de macho que não pega no pau de outro homem, nem quer olhar. Enquanto metia me dizia que eu não devia fazer barulho. Depois que gozou ele se deitou mantendo o pau dentro de mim até amolecer e me beijou a orelha e os ombros. Foi um momento de carinho e ouvi dele que tinha gostado muito de me foder e que se eu fosse discreto teria outras oportunidades. E tive mesmo!


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