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domingo, 15 de abril de 2012

Cunete: prazer a mais - Parte 2


Diferentemente do pênis, a língua é um músculo e como tal pode ser exercitada a fim de fortalecer-se. Enquanto o pênis fica ereto e estático, a língua tem a vantagem de ter uma extrema mobilidade. Enquanto o pênis fica no vai e vem, a língua é uma verdadeira turista. Gosta de ir pra tudo quanto é direção. A questão primordial do cunete é a potência da língua, se a língua não tiver potência vai ser um cunete minguadinho.


A linguada no cú mais descomplicada é feita com o passivo deitando-se na cama, de barriga para baixo, peladão e com as pernas entreabertas. Se possível é bom deixar um travesseiro debaixo do corpo do passivo, na região do pau, a fim de que a bunda fique mais empinada.


O ativo posiciona a cabeça entre as nádegas e vai dando as primeiras linguadas. Com o tempo os dois naturalmente acham a  posição mais confortável para fazer e receber linguadas. Se o ativo quer também receber um cunete, basta trocar de lugar, sem nóias, afinal o cunete é bem democrático.


Este tipo de cunete é a escolha certa para quando quem vai tomar as iniciativas for sempre o ativo. Quem faz o cunete é a quem cabe ir ajeitando a altura do cú para ter uma melhor visão e operação e dar comandos verbais para o passivo facilitar e aprimorar o cunete, por exemplo, o ativo pode solicitar que o cú dê uma piscadela, ou uma comprimida.


Resta ao passivo ficar deitado e relaxado, sentindo o prazer de levar umas linguadas ao redor do cú e até mesmo sentir a língua entrando na portinha. Vale sentir o roçar da barba, sentir a bunda ficar toda melada de saliva, sentir o bafo e a transpiração do ativo, sentir a mão dele abrindo a bunda pros lados. Vale ainda levar uma baita dedada, aliás, é muito comum intercalar cunete e dedada, e finalizar tudo com uma majestosa foda.


Um cunete mais ousado é quando o ativo fica deitado e solicita que o cú seja posicionado sobre a sua boca. Para tanto o parceiro simplesmente agacha-se na cara do outro, ou então o passivo fica de joelhos na cama, posicionando seu cú na direção da boca, abaixando até ficar fácil para receber a linguada.


O cuidado que se deve ter é de não abaixar demais o corpo, colocando todo o peso na cara do ativo, basta ficar numa altura tal que o ativo consiga fazer o cunete. Nesta posição tanto o ativo quanto o ativo tem mais liberdade de movimentos, por exemplo, o passivo pode apoiar os joelhos na cama e dobrar o corpo e chupar o caralho do ativo enquanto recebe o cunete.


Outra posição de cunete é o ativo ficar deitado e o passivo de costas para o ativo e este "senta" na cara dele, como mostra a fota acima. É uma posição de cunete que até traz para o passivo a emoção de receber as linguadas sem ver o que está rolando., ficando tudo por conta das suas emoções e imaginação.


O cunete que é nota 10 é o frango assado. É só o passivo ficar na posição de frango assado, ou seja, deitado de costas e com as pernas pro alto, liberando o fiofó para ser lambido, chupado, mordiscado, penetrado por dedo e língua. Maravilhoso o prazer já que o passivo pode ver o ativo fazendo o cunete. Pode também ajudar ao ativo usando suas mãos para abrir a bunda, ou usar suas mãos para bater uma punheta enquanto a língua vai trabalhando seu cú.


Lembrando que um cú com saliências pronunciadas (hemorroidas?), pelos compridos e duros, micose, mal-cheiro não está com nada. Eu tenho por doutrina sempre tomar um banho antes de ter relações sexuais, de preferência com um sabonete de cheirinho de nenê.


Não pretendo ter a unanimidade quanto o adepto do cunete ter o cú depilado, mas a depilação é altamente recomendável. Embora um cú com pelos, desde que bem cuidados, é sexy! Soltar um pum durante o cunete às vezes acontece, para evitar minha sugestão é adotar no seu cotidiano, pelo menos na época que você quer um cunete, uma dieta na qual o alimento não cause gazes.


O que tem que acontecer no cunete é cada parceiro ter liberdade de ser feliz! No sexo tudo é uma questão de sintonia e prática, de preferência ambas acontecendo ao mesmo tempo. Um cara que sabe fazer um cunete merece ser tratado como um rei. Me lembro na minha adolescência eu ouvia de colegas heterossexuais que não comiam cú porque tinham nojo de bosta. São o tipo de héteros que praticam sexo com tantas restrições... tenho é pena!


Sexo é uma troca, quem não quer partilhar vá bater punheta ou ter prazer enfiando o dedo no próprio cú. Quando dois homens se encontram pra fazer sexo, numa situação normal, quero dizer, sem ser num momento de violência como num estupro, os dois sempre vão descobrir alguma coisa nova. Talvez uma coisa nova na cabeça do tipo uma abertura de mentalidade, uma libertação de tantos NÃOS que o mundo diz.


O cunete é o tipo de ato que testifica que o cara, tanto quem faz quanto quem recebe o cunete, se libertou de preconceitos que lhe foram impostos pelos outros. É muito triste quando um gay faz isto, mesmo inconscientemente, ou seja, é preconceituoso não por suas próprias ideias mas por ter internalizado os preconceitos dos outros.


O cunete não é mais ou menos sujo ou proibido, não é pior ou melhor, é tão somente um ato de um gay que mandou o mundo tomar no cú e deixar o seu cú em paz para fazer com ele o que quiser. O cunete depois de feito da primeira vez é algo que se volta a fazer porque é realmente prazeroso para ambos parceiros. O cú externamente é cheio de terminações sensíveis ao tato, ao calor, à pressão. É um desperdício não aproveitar o que a natureza colocou à disposição, você não acha?



















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