sábado, 28 de maio de 2011

Conto erótico: Ligação secreta

Conto erótico Ligação secreta

Eu tinha ficado on-line com o João por alguns meses. Como nós dois éramos homens casados tivemos o cuidado de verificar se nós faríamos sempre nosso encontro com segurança, na Internet e fora dela.




Me lembro quando resolvemos nos encontrar cara a cara pela primeira vez. Era preciso achar um lugar adequado, pensei, que tal a gente se encontrar num estacionamento?



Eu verifiquei um estacionamento no centro da cidade, daqueles de vários andares, e a primeira coisa era que eu considerei era se não havia câmeras de vigilância no andar onde a gente pararia nossos carros.



Eu encontrei um estacionamento cujo último andar era o que nos servia e eu disse ao João sobre isso e combinamos de nos encontrar para o bicho pegar.




Eu disse à minha esposa que eu estava indo para uma visita a uma obra, sou engenheiro civil e isto acontece comigo, mas fui é para o andar superior do estacionamento. Já era umas 9 da noite, estacionei e liguei o rádio e esperei nervosamente.



Em seguida, as luzes do SUV do João apareceu, ele estacionou ao meu lado e saiu, entrando no lado do passageiro do meu Civic que eu tinha deixado com as luzes de ré ligadas. Até que enfim aconteceu o que eu estava prevendo fazia algum tempo, ficar perto dele, sentir seu cheiro e calor.



Eu sonhava com isso no trabalho, eu acariciava meu pau por baixo da minha mesa de trabalho... agora que estava acontecendo.



E o João também vinha sido esperando isso. Eu me inclinei para o lado do banco do passageiro e  puxei-o para mim, ficamos com as nossas línguas para fora e cada um beijava e lambia a língua do outro.



E pura eletricidade, nos beijamos por um tempo enquanto eu acariciava sua perna e ele a minha, e então eu comecei a esfregar a sua mala, já estava com o pau duro fazendo um volume.



Eu queria livrar o pau dele do seu confinamento. Saímos do meu carro e demos a volta pela frente e ao chegar perto dele eu coloquei minha mão na calça dele, alisei e depois fui para o zíper e puxei lentamente o zíper para baixo.



Enquanto eu abria o zíper ele beijou-me de novo, e continuou beijando enquanto eu coloquei minha mão por dentro da cueca e sentia o pau dele super aquecido e duro.



Dava pra sentir até as veias proeminentes fazendo um abaulamento ao longo do comprimento da vara dele. E a ponta do pau molhada, sim, eu molhei meu dedo indicador quando alisei a cabeça daquela maravilhosa pistola de macho.



Empurrei o prepúcio com os dedos e libertei uma grande cabeça, quase um cogumelo, lambuzei a cabeça do pau dele com a gala. João parou de me beijar e ele soltou seu cinto e empurrou para baixo seu jeans.



Eu ajudei abaixando a sua cueca e envolvi a mão fazendo um círculo envolvendo a região do meio do comprimento daquele pau, imagino de uns 19 centímetros.



Lentamente fui escorregando minha mão para frente e para trás, fazendo um bombeamento. Ficamos nos beijando e nos esfregando e depois deste momento de felicidade João parou.



E ele soltou o meu cinto, empurrando minha calça e cueca para baixo. Dois homens adultos num estacionamento vazio e mal iluminado, como dois adolescentes se beijando e acariciando o pinto um do outro.



João empurrou para cima a minha camisa polo e começou a lamber meus mamilos me provocando loucuras, eu estava perdido nas doces sensações que o atrito, o calor e a saliva dele me causavam.



Ele mamava meus peitos e lentamente passava a língua no meu peito ao ir de um mamilo para o outro.



Estávamos de pé entre os nossos carros, abrigados e escondidos, mesmo que alguém surgisse, ninguém poderia imaginar que estariam ali dois homens fazendo sexo. João se abaixou e estava de joelhos.



Meu pau na mão dele, a poucos centímetros da sua boca. Ele colocou a sua língua para fora e tocou a cabeça do meu pau, e eu senti arrepios pelo meu corpo, deu até uma certa bambeada.





Ele então rodou em círculos a sua língua molhada na ponta do meu pau, antes de cair de boca e engolir até o talo. Ele se sentiu tão maravilhada em ter meu pau dentro de sua boca, dava pra ver isso nos olhos dele. Ele ali sugando minha pistola de 17 centímetros, que não é tão veiúda e cabeçuda como a dele, mas é grossona e pentelhuda.



Ele avançar para fora e emborcava pra dentro da boca o meu pau, faminto de cacete. Depois ele deu um tempo no boquete para levantar meu pau contra a minha barriga e lamber a parte inferior do meu pau, desde a cabeça até o encontro com o saco. Eu fiquei um tempo no paraíso até que ele chupou meu saco.




Em seguida, pegou com a mão direita o meu pau e colocou de volta para dentro de sua boca. Ele trabalhou bem meu pau como nunca minha esposa tinha feito, com o punho ele socava uma punheta em mim e mamava gostoso, salivando bastante.



Ele chupou até que eu vim encher a boca dele com o meu creme. Ele mantinha a boca ao redor do meu pau até o gozo terminar, aí ele terminou com uma bela ordenha das últimas gotas.




Ele se levantou e me beijou, para a minha surpresa, ele estava partilhando comigo a minha porra. Eu me senti num feliz relaxamento como acontece depois que a gente esporra.



Abaixei a mão e peguei no pau dele, fiquei bombeado, nunca tinha visto uma ereção daquela que ele estava. Ele mesmo levantou a sua camiseta regata e me ofereceu para lamber seu peito.



Eu soltei as minhas fantasias e fui provocando seus mamilos, beijando, roçando, mordiscando, lambendo, de um lado e de outro, sem parar. Como lamber mamilo de macho é gostoso!



Me abaixei passando a minha língua pela sua barriga, pelo caminho do paraiso e os pelos me levaram até o seu pau que estava apontando para cima, quase encostado perto do umbigo.




Seu pau tinha uma lágrima que eu beijei e tomei e depois a ponta do pau dele eu beijei, suave e gentilmente. Eu não queria ir direto para o pau e assim cai de boca no saco dele, saco do tipo pendurado, o meu é mais colado ao corpo, o dele não, ficava balançando e foi fácil para mim abocanhar o testítulo esquerdo dele. 



Só depois que trabalhei cada bola do saco dele é que fui roçar meus lábios na ponta do pau cabeçudo dele. Comecei a mamada apenas na ponta do pau, continuei empurrando o seu prepúcio com meus lábios circundando a chapeleta. 



Então eu puxei o prepúcio para trás expondo a cabeça e levei o pau dele o mais fundo que podia dentro da minha boca, até parar na garganta.



O prazer de engolir um pau roludo, veíudo e comprido foi maior do que o sufoco de ficar sem respirar por uns momentos. Levei o pau dele o mais profundo, afundando guela adentro, meus lábios pressionado ao redor do pênis grosso. Depois de eu ouvir vários gemidos do João eu libertei o pau dele do aperto da minha garganta e comecei a chupação.



Chupava e bombeava com a mão, ele gemeu e às vezes pôs a mão na minha cabeça para fazer uma desaceleração, eu chupava e chupava. Até que ele me parou, puxou-me para cima e disse que queria me comer. Eu falei tudo bem, sem pensar bem no que estava fazendo em aceitar uma jeba daquela grossura e comprimento, com certeza ele ia me arrombar.


Ele foi até o carro dele e abriu a porta do carro e voltou com uma bisnaga de lubrificante e um preservativo, ele entregou o preservativo para eu colocar no seu pau, eu abri e desenrolei o preservativo sobre o pênis. Levantei-me e ele me virou, me encostando no capô do meu carro e se encostou atrás de mim, seu pau duro se alojou entre minhas coxas.


Depois fez umas esfregas do pau dele no meu rego. Pegou o lubrificante e passou na camisinha e ele ainda derramou o creme para baixo entre as minhas nádegas e o creme teve que ter a ajuda dele, ele usou a mão direita para lambuzar o meu rabo apertado, ele teve de socar um dedo pra dentro do meu cú para o creme lubrificar. 


Eu fiquei louco pra ele colocar logo a jeba dele em mim mas ao mesmo tempo eu estava aflito, desejo e medo, era isso o que eu sentia naquele momento. Ele separou os lados da minha bunda e sondou o meu cú com o dedo indicador, pressionando a abertura até que a junta do dedo entrou de jeito que ele conseguia mover o dedo dentro de mim, a minha próstata sendo tocada eu fui levado ao delírio.


Eu gemia alto e ele colocou a mão sobre a minha boca para abafar o barulho, sabia que na hora que ele me penetrasse eu gritaria. Ele tirou o dedo e lambuzou com mais lubrificante e começou a dar voltas ao redor do meu cú com o dedo, algumas vezes empurrando o dedo, meu cú piscava dando sinal que já que estava preparado para seu pênis.


Satisfeito com a minha disposição ele esfregou o cacete no meu rabo e depois posicionou seu pau na minha abertura, ele pressionou bastante, enquanto eu segurava minha bunda aberta para ele, ele continuou a pressionar e, lentamente, a minha abertura anal cedeu à pressão, a cabeça do pau tinha entrado. Ele mantinha a mão na minha boca, o barulho do meu urro de dor saia abafado.


Tentei relaxar a abertura do meu cú e ele deu uma parada na penetração, ele soltou a mão da minha boca e eu me virei e vi ele pegando o lubrificante, senti ele derramar mais óleo no pau e quando ele empurrou a cabeça entrou mais fundo e, ainda bem, o pau começou a deslizar tranquilo, a dor estava passando. Ele tentou tirar o pau mas o meu esfíncter fechou por trás da cabeça do pau dele, prendendo-o dentro de mim.


Ele pressionou o pinto duro mais profundo, minha bunda parecia pegando fogo, aí ele começou a bombar seu caralhão dentro de mim, aos poucos eu fui acostumando com o pinto me invadindo. Meu pau respondeu, ficou duraço, peguei ele e fui me masturbando enquanto ele metia.  Então, João puxou seu pau para fora, de repente, com um pop doloroso, por causa do cogumelo que era a cabeça do pau dele.



Ele tirou o preservativo e empurrou-me para baixo, fiquei ajoelhado, ele enfiou seu pau em minha boca e eu pensei em fazer um boquete mas não era essa a ideia dele. Quando o pau estava na minha boca um um fluxo espesso de porra  encheu minha boca e foi tanta que quase engasguei, virei a cara e com isso o pau saiu e porra acertou meu rosto.


Eu dei uma bombada no meu pau e gozei no chão de concreto. Nós nos beijamos e colocamos a cueca e toda a roupa no lugar e uma vez vestidos cada um deu uma olhada para certificar que não havia nenhum sinal revelador em cada peça de roupa, até mesmo no meu sapato e no tênis dele. A coisa toda durou menos de 30 minutos. Demos um último beijo e abraço e cada um entrou no seu carro e foram embora.


Uma vez em casa, fui direto para um chuveiro, onde eu fiz uma ducha no meu cú e passei um creme para aliviar o ardor e a dor. Meu cú estava alargado mas até a próxima vez que eu me encontrasse com João o meu cú já estaria novamente apertado. Eu percebi que eu precisava de um pau atolado no meu cú. Eu tinha gostado da sensação de algo no meu buraco, e queria muito mais. Esta noite foi a melhor noite que tive desde o nascimento dos meus filhos.



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