segunda-feira, 30 de maio de 2011

O amor que não ousa dizer o seu nome

Depois de assistir ao filme WILDE me senti impelido a comentar sobre a vida de Oscar Wilde com base no que encontrei na Internet. Ah, o filme tem duração de 1 hora e 56 minutos e é legendado em português (do Brasil).  


No final do filme há um texto na tela dizendo que ele teve sua saúde abalada na prisão e morreu pobre em Paris, em 30 de novembro de 1900, aos 46 anos de idade. Não esclarece que Oscar Wilde morreu de meningite cerebral às 13 horas e 45 minutos no quarto 16 do Hotel d'Alsace que fica na Rue des Beaux Arts, 13.


Também não apresenta a informação que seu túmulo está no Cimetiere Père Lachaise. Seu túmulo tem muitas marcas de batom de visitantes que beijam a parede da escultura. Para os cuidadores do cemitério, que é um ponto de visitação turística e não mais enterram pessoas, os beijos são a maior ameaça ao túmulo porque, diferentemente do grafite que pode ser removido,  batom contém substâncias que são absorvidas pela pedra.


Já danificaram o túmulo, quebrando partes tais como duas vezes castraram o anjo de pedra que sobrevoa o túmulo. Por incrível que pareça uma vez o dano à escultura foi feito... pelo guarda do cemitério, ele achou o bilau do anjo indecente o quebrou fora para usar, durante anos, como peso de papel.


Depois de um tempo essa peça desapareceu. A escultura foi restaurada, ou seja, o genital do anjo foi colocado no lugar. Em 2000 o artista Leon Johnson criou e instalou no anjo uma prótese em prata, que é o que está lá até hoje.


É bom lembrar que a escultura foi idealizada e instalada por Jacob Epstein em 1909 e na época causou controvérsia sendo considerada indecente, pelo que foi recoberta durante um bom tempo com uma lona impermeável, por ordem da polícia francesa.


Já tinham feito um filme em 1960 chamado Oscar Wilde mas o filme que assisti é Wilde, feito em 1997. O filme foi lançado no Brasil em 1999. O ator que fez o papel de Oscar Wilde é Stephen Fry, nossa, como ele está super parecido! Ele é gay e é bipolar, quero dizer ele é gay no filme e na vida real, mas bipolar só na vida real.


Vou repetir parcialmente o sumário do site IMDB, escrito por Cláudio Carvalho:  ... Oscar Wilde retorna a Londres da América e se casou com Constance ... ele faz muito dinheiro com suas peças de sucesso. Ele se aproxima do jovem Robbie Ross e "sai do armário" ... Quando ele conhece Bosie ... ele se apaixona pelo rapaz, mas o pai de Bosie vai ao tribunal acusando o escritor de sodomita e Wilde é condenado a dois anos de trabalho forçado. Sua saúde é afetada ... e ele tem uma vida curta em Paris após a saída da prisão.


O filme abre mostrando a visita de Oscar Wilde a uma mina de prata no Colorado, Estados Unidos, é uma cena ampla, retratando as roupas e hábitos da época (1882), a grandiosidade do começo do filme dá um impacto na gente, tanto pelo cenário quanto pelo charme e inteligência de Wilde. Este bom começo anima a gente a ficar todo o resto do filme, quase duas horas de duração.



As "cenas quentes" você encontra por exemplo aos 14 minutos e 40 segundos quando Robbie convida Wilde a sair do armário, transando com ele, claro! A captura da cena do filme ficou com uma acentuada escuridão, mas dá pra ter uma ideia.



Aos 20 minutos e 30 segundos tem mais outra "cena quente":



Aos 29 minutos e 54 segundos Lord Alfred Douglas, cujo ator é Jude Law, ele novinho está muito dos fofo, transa com Wilde pela primeira vez.



Bom, espero que você assista o filme. Não é um filme pornô, é um filme que aborda aspectos da vida de Oscar Wilde na fase que ele pôs em prática a sua homossexualidade. Adorei o filme. Espero que algum diretor tenha a ideia de fazer um filme sobre a vida dos dois filhos de Oscar Wilde, na época depois que foram morar fora da Inglaterra. Cyril Holland (trocou de nome porque Wilde era mal visto) morreu como soldado na Primeira Guerra Mundial.



Vyvyan morreu com 80 anos em 1967, a foto acima é dele. Vyvyan era criança quando Wilde foi preso e nunca mais ele viu o pai, depois de 1895. Ele teve um filho em 1945 chamado Christopher Merlin Vyvyan Holland (foto abaixo), inclusive o Stephen Fry conheceu ele pessoalmente. Ele ainda é vivo, normalmente prefere ser chamado como Merlin.



Merlin Holland teve um filho, Lucian Holland, em 1979, bisneto de Oscar Wilde. Lucian estuda na mesma universidade que Oscar Wilde frequentou, e faz programação de computadores. Em novembro de 2011 fará 111 anos de morte de Oscar Wilde. Mas voltando ao filme "Wilde", no final do filme é mostrado Oscar Wilde escrevendo na prisão.



No filme é dito que ele escreveu "As profundezas" mas pelo que consta ele saiu da prisão em 1897 e escreveu "De Profundis" (Das profundezas, em latim) durante uma viagem que fez à Itália, e não na prisão. Na prisão, durante os dois anos que ficou detido pela acusação de pederastia pela Justiça britânica, ele escreveu foi a Balada do Cárcere de Reading. Na Livraria Cultura você encontra um livro contendo estas duas obras ao preço de R$12,90 (em junho/2011). Na Saraiva é este mesmo preço.



Oscar Wilde escreveu De Profundis na forma de uma carta para seu amante, Bosie, que é o apelido do Lord Alfred Bruce Douglas, explicando os seus sentimentos e a sua pretensão de nunca mais vê-lo. Esta foto acima é do dito cujo e você note que Jude Law, o Lord Douglas no filme, parece-se muito com ele. A foto acima foi tirada em 1903. A de baixo é de 1914.


No filme o advogado de acusação pede a Oscar Wilde que ele explique o que significava "o amor que não ousa dizer o seu nome". Esta frase  que foi utilizada contra Wilde no seu julgamento foi escrita por Lorde Douglas, ele era poeta, fazia parte do poema Two Loves. A frase se refere à homossexualidade.



Para saber mais sobre ele em Lord Alfred Douglas Unofficial Website (site em inglês). Para saber quais foram seus livros dê uma olhada em Lord Alfred Douglas Bibliography (site em inglês). A foto acima e a de baixo mostram Wilde e Bosie, aparentemente foram tiradas na mesma hora e local, mas não sei esclarecer detalhes.



Wilde foi para a prisão de Reading Gaol (foto abaixo) em 25 de maio de 1895. Como passou dois anos preso, foi libertado em 19 de maio de 1897. 



No filme é mostrado que Wilde e Bosie se reencontram, mas não dá detalhes. Pois então, se é pra esclarecer, esclarecerei! Eles se encontram na França em agosto de 1897, em Rouen, uma cidade histórica e cheia de monumentos que fica na Normandia. Provavelmente eles se encontraram pela primeira vez após a saída de Wilde da prisão na praça da Catedral de Rouen (foto abaixo). 



Os dois viveram juntos em Nápolis mas em 1897 Lorde Douglas retorna para a Inglaterra e Wilde foi morar em Paris. Wilde morreu em 1900 e em março de 1902 Lord Douglas casa-se e em novembro deste mesmo ano, 1902, nasce seu filho, Raymond Wilfred Sholto Douglas. Lord Douglas morre em 1945 de insuficiência cardíaca. Foto do túmulo de Lorde Douglas:





A foto abaixo é de Raymond. Raymond morre em 1964, este não deixa herdeiros. Detalhe: Raymond tinha uma desordem mental chamada de transtorno esquizoafetivo. 



Transtorno esquizoafetivo é uma doença que causa momentos de depressão e momentos de euforia, os momentos vão se alternando. Esta doença é um tipo de esquizofrenia e como tal afeta a capacidada da pessoa de perceber a realidade e compromete a capacidade laborial (de trabalhar) da pessoa. A pessoa pode ter alucinações, delírios, paranóia.





Raymond teve várias internações. Foi internado em 1927 e ficou 5 anos no hospital psiquiátrico.  Depois, em novembro de 1944, foi internado no Hospital Saint Andrews  (foto acima)  e fica internado até outubro de 1964, quando morre. Pra terminar queria pedir pra você assistir mesmo o filme, ok? Abraços.

sábado, 28 de maio de 2011

Conto erótico: Ligação secreta

Conto erótico Ligação secreta

Eu tinha ficado on-line com o João por alguns meses. Como nós dois éramos homens casados tivemos o cuidado de verificar se nós faríamos sempre nosso encontro com segurança, na Internet e fora dela.




Me lembro quando resolvemos nos encontrar cara a cara pela primeira vez. Era preciso achar um lugar adequado, pensei, que tal a gente se encontrar num estacionamento?



Eu verifiquei um estacionamento no centro da cidade, daqueles de vários andares, e a primeira coisa era que eu considerei era se não havia câmeras de vigilância no andar onde a gente pararia nossos carros.



Eu encontrei um estacionamento cujo último andar era o que nos servia e eu disse ao João sobre isso e combinamos de nos encontrar para o bicho pegar.




Eu disse à minha esposa que eu estava indo para uma visita a uma obra, sou engenheiro civil e isto acontece comigo, mas fui é para o andar superior do estacionamento. Já era umas 9 da noite, estacionei e liguei o rádio e esperei nervosamente.



Em seguida, as luzes do SUV do João apareceu, ele estacionou ao meu lado e saiu, entrando no lado do passageiro do meu Civic que eu tinha deixado com as luzes de ré ligadas. Até que enfim aconteceu o que eu estava prevendo fazia algum tempo, ficar perto dele, sentir seu cheiro e calor.



Eu sonhava com isso no trabalho, eu acariciava meu pau por baixo da minha mesa de trabalho... agora que estava acontecendo.



E o João também vinha sido esperando isso. Eu me inclinei para o lado do banco do passageiro e  puxei-o para mim, ficamos com as nossas línguas para fora e cada um beijava e lambia a língua do outro.



E pura eletricidade, nos beijamos por um tempo enquanto eu acariciava sua perna e ele a minha, e então eu comecei a esfregar a sua mala, já estava com o pau duro fazendo um volume.



Eu queria livrar o pau dele do seu confinamento. Saímos do meu carro e demos a volta pela frente e ao chegar perto dele eu coloquei minha mão na calça dele, alisei e depois fui para o zíper e puxei lentamente o zíper para baixo.



Enquanto eu abria o zíper ele beijou-me de novo, e continuou beijando enquanto eu coloquei minha mão por dentro da cueca e sentia o pau dele super aquecido e duro.



Dava pra sentir até as veias proeminentes fazendo um abaulamento ao longo do comprimento da vara dele. E a ponta do pau molhada, sim, eu molhei meu dedo indicador quando alisei a cabeça daquela maravilhosa pistola de macho.



Empurrei o prepúcio com os dedos e libertei uma grande cabeça, quase um cogumelo, lambuzei a cabeça do pau dele com a gala. João parou de me beijar e ele soltou seu cinto e empurrou para baixo seu jeans.



Eu ajudei abaixando a sua cueca e envolvi a mão fazendo um círculo envolvendo a região do meio do comprimento daquele pau, imagino de uns 19 centímetros.



Lentamente fui escorregando minha mão para frente e para trás, fazendo um bombeamento. Ficamos nos beijando e nos esfregando e depois deste momento de felicidade João parou.



E ele soltou o meu cinto, empurrando minha calça e cueca para baixo. Dois homens adultos num estacionamento vazio e mal iluminado, como dois adolescentes se beijando e acariciando o pinto um do outro.



João empurrou para cima a minha camisa polo e começou a lamber meus mamilos me provocando loucuras, eu estava perdido nas doces sensações que o atrito, o calor e a saliva dele me causavam.



Ele mamava meus peitos e lentamente passava a língua no meu peito ao ir de um mamilo para o outro.



Estávamos de pé entre os nossos carros, abrigados e escondidos, mesmo que alguém surgisse, ninguém poderia imaginar que estariam ali dois homens fazendo sexo. João se abaixou e estava de joelhos.



Meu pau na mão dele, a poucos centímetros da sua boca. Ele colocou a sua língua para fora e tocou a cabeça do meu pau, e eu senti arrepios pelo meu corpo, deu até uma certa bambeada.





Ele então rodou em círculos a sua língua molhada na ponta do meu pau, antes de cair de boca e engolir até o talo. Ele se sentiu tão maravilhada em ter meu pau dentro de sua boca, dava pra ver isso nos olhos dele. Ele ali sugando minha pistola de 17 centímetros, que não é tão veiúda e cabeçuda como a dele, mas é grossona e pentelhuda.



Ele avançar para fora e emborcava pra dentro da boca o meu pau, faminto de cacete. Depois ele deu um tempo no boquete para levantar meu pau contra a minha barriga e lamber a parte inferior do meu pau, desde a cabeça até o encontro com o saco. Eu fiquei um tempo no paraíso até que ele chupou meu saco.




Em seguida, pegou com a mão direita o meu pau e colocou de volta para dentro de sua boca. Ele trabalhou bem meu pau como nunca minha esposa tinha feito, com o punho ele socava uma punheta em mim e mamava gostoso, salivando bastante.



Ele chupou até que eu vim encher a boca dele com o meu creme. Ele mantinha a boca ao redor do meu pau até o gozo terminar, aí ele terminou com uma bela ordenha das últimas gotas.




Ele se levantou e me beijou, para a minha surpresa, ele estava partilhando comigo a minha porra. Eu me senti num feliz relaxamento como acontece depois que a gente esporra.



Abaixei a mão e peguei no pau dele, fiquei bombeado, nunca tinha visto uma ereção daquela que ele estava. Ele mesmo levantou a sua camiseta regata e me ofereceu para lamber seu peito.



Eu soltei as minhas fantasias e fui provocando seus mamilos, beijando, roçando, mordiscando, lambendo, de um lado e de outro, sem parar. Como lamber mamilo de macho é gostoso!



Me abaixei passando a minha língua pela sua barriga, pelo caminho do paraiso e os pelos me levaram até o seu pau que estava apontando para cima, quase encostado perto do umbigo.




Seu pau tinha uma lágrima que eu beijei e tomei e depois a ponta do pau dele eu beijei, suave e gentilmente. Eu não queria ir direto para o pau e assim cai de boca no saco dele, saco do tipo pendurado, o meu é mais colado ao corpo, o dele não, ficava balançando e foi fácil para mim abocanhar o testítulo esquerdo dele. 



Só depois que trabalhei cada bola do saco dele é que fui roçar meus lábios na ponta do pau cabeçudo dele. Comecei a mamada apenas na ponta do pau, continuei empurrando o seu prepúcio com meus lábios circundando a chapeleta. 



Então eu puxei o prepúcio para trás expondo a cabeça e levei o pau dele o mais fundo que podia dentro da minha boca, até parar na garganta.



O prazer de engolir um pau roludo, veíudo e comprido foi maior do que o sufoco de ficar sem respirar por uns momentos. Levei o pau dele o mais profundo, afundando guela adentro, meus lábios pressionado ao redor do pênis grosso. Depois de eu ouvir vários gemidos do João eu libertei o pau dele do aperto da minha garganta e comecei a chupação.



Chupava e bombeava com a mão, ele gemeu e às vezes pôs a mão na minha cabeça para fazer uma desaceleração, eu chupava e chupava. Até que ele me parou, puxou-me para cima e disse que queria me comer. Eu falei tudo bem, sem pensar bem no que estava fazendo em aceitar uma jeba daquela grossura e comprimento, com certeza ele ia me arrombar.


Ele foi até o carro dele e abriu a porta do carro e voltou com uma bisnaga de lubrificante e um preservativo, ele entregou o preservativo para eu colocar no seu pau, eu abri e desenrolei o preservativo sobre o pênis. Levantei-me e ele me virou, me encostando no capô do meu carro e se encostou atrás de mim, seu pau duro se alojou entre minhas coxas.


Depois fez umas esfregas do pau dele no meu rego. Pegou o lubrificante e passou na camisinha e ele ainda derramou o creme para baixo entre as minhas nádegas e o creme teve que ter a ajuda dele, ele usou a mão direita para lambuzar o meu rabo apertado, ele teve de socar um dedo pra dentro do meu cú para o creme lubrificar. 


Eu fiquei louco pra ele colocar logo a jeba dele em mim mas ao mesmo tempo eu estava aflito, desejo e medo, era isso o que eu sentia naquele momento. Ele separou os lados da minha bunda e sondou o meu cú com o dedo indicador, pressionando a abertura até que a junta do dedo entrou de jeito que ele conseguia mover o dedo dentro de mim, a minha próstata sendo tocada eu fui levado ao delírio.


Eu gemia alto e ele colocou a mão sobre a minha boca para abafar o barulho, sabia que na hora que ele me penetrasse eu gritaria. Ele tirou o dedo e lambuzou com mais lubrificante e começou a dar voltas ao redor do meu cú com o dedo, algumas vezes empurrando o dedo, meu cú piscava dando sinal que já que estava preparado para seu pênis.


Satisfeito com a minha disposição ele esfregou o cacete no meu rabo e depois posicionou seu pau na minha abertura, ele pressionou bastante, enquanto eu segurava minha bunda aberta para ele, ele continuou a pressionar e, lentamente, a minha abertura anal cedeu à pressão, a cabeça do pau tinha entrado. Ele mantinha a mão na minha boca, o barulho do meu urro de dor saia abafado.


Tentei relaxar a abertura do meu cú e ele deu uma parada na penetração, ele soltou a mão da minha boca e eu me virei e vi ele pegando o lubrificante, senti ele derramar mais óleo no pau e quando ele empurrou a cabeça entrou mais fundo e, ainda bem, o pau começou a deslizar tranquilo, a dor estava passando. Ele tentou tirar o pau mas o meu esfíncter fechou por trás da cabeça do pau dele, prendendo-o dentro de mim.


Ele pressionou o pinto duro mais profundo, minha bunda parecia pegando fogo, aí ele começou a bombar seu caralhão dentro de mim, aos poucos eu fui acostumando com o pinto me invadindo. Meu pau respondeu, ficou duraço, peguei ele e fui me masturbando enquanto ele metia.  Então, João puxou seu pau para fora, de repente, com um pop doloroso, por causa do cogumelo que era a cabeça do pau dele.



Ele tirou o preservativo e empurrou-me para baixo, fiquei ajoelhado, ele enfiou seu pau em minha boca e eu pensei em fazer um boquete mas não era essa a ideia dele. Quando o pau estava na minha boca um um fluxo espesso de porra  encheu minha boca e foi tanta que quase engasguei, virei a cara e com isso o pau saiu e porra acertou meu rosto.


Eu dei uma bombada no meu pau e gozei no chão de concreto. Nós nos beijamos e colocamos a cueca e toda a roupa no lugar e uma vez vestidos cada um deu uma olhada para certificar que não havia nenhum sinal revelador em cada peça de roupa, até mesmo no meu sapato e no tênis dele. A coisa toda durou menos de 30 minutos. Demos um último beijo e abraço e cada um entrou no seu carro e foram embora.


Uma vez em casa, fui direto para um chuveiro, onde eu fiz uma ducha no meu cú e passei um creme para aliviar o ardor e a dor. Meu cú estava alargado mas até a próxima vez que eu me encontrasse com João o meu cú já estaria novamente apertado. Eu percebi que eu precisava de um pau atolado no meu cú. Eu tinha gostado da sensação de algo no meu buraco, e queria muito mais. Esta noite foi a melhor noite que tive desde o nascimento dos meus filhos.