terça-feira, 12 de abril de 2011

Esperma: do início ao fim

Cientistas do Jackson Laboratory, nos Estados Unidos, afirmam que um homem em condições normais de saúde produz 1.500 espermas por segundo. Uma razão para uma produção tão acelerada e alta é que o esperma vive pouco, tendo que ser continuamente criado pelo organismo masculino.


Esse é um dos resultados da pesquisa que aqueles cientistas estavam realizando a fim de encontrar um tipo de substância que pudesse tornar-se um anticoncepcional tomado pelo homem e que incapacitaria o esperma de ser fértil. Fonte: National Geographic News de 18 de março de 2010.



Sabe-se que há um gene que tem alguma implicação na produção do esperma, inclusive recebeu o nome de "Gene Boule", descoberto em 2001 por Reijo Pera, e quando esse gene está defeituoso ou é neutralizado o homem simplesmente não consegue produzir esperma.



A Northwestern University, nos Estados Unidos, descobriu que quando o gene Boule está inoperante e, como consequência, o homem não consegue produzir esperma, é uma situação que pode causar efeitos adversos na saúde do homem.



Um homem em condições normais na ejaculação libera uma quantidade de semen que dá pra encher uma colher de chá. Esta é uma medida aceita como uma quantidade normal. 


Inclusive medir com colher fez a dita colher ser chamada, nos Estados Unidos, por Colherada de Amor (Lovin' Spoonful). Em duas ejaculadas tudo é posto para fora, mas depois de passar um tempo de recuperação, o homem consegue ejacular novamente.


A quantidade de semen, que é como chama o material ejaculado, vai depender de algumas variáveis, como a idade, o estado de saúde físico e mental, os hábitos alimentares e de estilo de vida, e também do desejo sexual e do tesão.



Normalmente há uma quantidade de 10cc de semen, mas se o cara fica sem ejacular por uns 5 dias, pode ejacular uma quantidade de 25cc (cc = centímetros cúbicos). Todo dia é produzido uns 500 milhões de esperma no testículo que na ejaculação saem misturados a outro líquido produzido pela próstata. 


Em média um homem ejacula uns 3 ml a 4,5 ml de semen. No The Journal of Fertility and Sterility já foi relatado casos de ejaculação de 11 ml. Não é uma pena que o semen seja tantas vezes desperdiçado, já que há caras que por precaução ou nojo rejeitam engolir?


Uma opção é comer a porra na forma de doces e salgados. As receitas estão no livro Natural Harvest escrito por Paul Photenhauer. Este delicioso pudim da figura abaixo foi feito com semen.



Neste livro há a receita de um frapê com porra. Pegue um copo de kiwi picado, uma banana, um copo de leite de soja, uma colher de açucar e de 1 a 3 colheres cheias de semen freco. Bata tudo no liquidificador. A vantagem é que você não estará ingerindo proteína animal como as contidas em ovos e soro de leite. Esta é uma receita com alta proteína e muitas vitaminas, todas vindas do saco de macho. Tá servido?




O semen só faz mal se contiver alguma bactéria, vírus ou doença. Não há nenhuma contraindicação médica de que não se pode deliciar-se de esperma. É provado que o semem é rico em proteínas, ácido asorbico, pirúvico, lático, úrico, além de sais minerais como o potássio, magnésio, zinco. E também há traços de vitamina B12, E e C. Se você tomar o que ejaculou você obterá 38% das sua necessidade diária de proteína.





Um comentário:

  1. O assunto porra não me desperta curiosidade. Sei tudo sobre. Mesmo assim nota mil.

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