domingo, 6 de fevereiro de 2011

Conto erótico: Soldado faz boquete

Na sauna Vapore de Belo Horizonte encontro um cara de uns 35 anos, branco, peito peludo, um bigode e barba deixando a marca no rosto evidenciando terem sido recentemente aparados, um cabelo curto castanho, algo me diz que ele é um soldado.


Mais tarde essa suposição se confirma. Começamos a conversar quando o atendente trouxe nossas cervejas, até então ele está no banquinho ao lado do meu, nós dois tão perto e tão distantes. Para puxar assunto pergunto a ele se ele sabe como surgiu a bandeira do movimento gay.


Ele disse que já viu a bandeira colorida que representa o movimento gay mas não sabe como surgiu. Sorrio para ele e começo a falar depois de tomarmos, eu e ele, um primeiro trago na latinha de cerveja. Noto que ele não fuma, prefiro ficar no balcão de granito do bar perto de quem não fuma.


 E embora não haja nenhuma separação entre fumantes e não-fumantes, me sinto bem perto dele porque o tempo que talvez ele levasse com o cigarro, um momento quase contemplativo e ausente, ele gasta comigo, tenho certeza que a atenção dele está dirigida ao que eu tenho para falar.


Em 1978 em São Francisco, Califórnia, Gilbert Baker foi convidado a criar uma bandeira para o movimento gay e lésbico, a intenção era que a bandeira fosse mostrada quando houvessem manifestações nas ruas.


Nesta época publicamente os gays reivindicavam direitos civis que outra minoria, a negra, já havia conquistado. Inlcusive o movimento das pessoas negras mostrava em passeatas uma bandeira de cinco cores. O artista resolveu colocar oito cores.


Em 1979 Gilbert Baker refaz a bandeira e coloca seis cores, eliminando duas cores. Nesse ano Harvey Milk, o primeiro gay assumido a ocupar um cargo público na prefeitura de São Francisco (e no mundo) foi assassinado. Desde então a bandeira vem sendo usada para não só indicar (localizar) uma pessoa ou grupo gay mas também para simbolizar a união de gays e lésbicas.


A partir dessa primeira conversa ficamos ali conversando e bebendo cerveja até que entramos numa conversa mais sexual, ele me falou que gosta de gozar dentro do cú e da boca dos caras. Eu disse a ele que eu não fazia isso, mas se era o que ele gostava de fazer, ok, tudo bem. E pedi para ele me falar mais sobre as transas dele. Ele me disse que morava numa pensão para militares no bairro do Prado e que divide o quarto com um outro soldado, e esse soldado chupa a piroca dele até ele gozar na boca. Ainda não comeu o cara porque o cara diz que  só chupa, não dá pra macho. 



Os dois soldados ficam punhetando juntos no quarto. Esse soldado, chamado Victor, não gosta de esporrar na cama ou outro lugar, gosta de que o outro soldado lamba ou beba seu esperma. Mas quando o Victor encontra caras que dão a bunda, ele gosta de meter sem borracha (camisinha) e gozar no fundo do cú  e depois colocar o cara na posição de quatro ou de frango assado para ver o leite dele saindo espirrado ou se sair devagar vai escorrendo pelo rego, ele diz que sente quase tanto tesão vendo a porra sair do cú do cara quanto quando gozou dentro do cú do cara.




O Victor me disse que não sabia que o seu colega de quarto era chegado num boquete, apenas aconteceu que uma vez, depois de uns dois meses dividindo o quarto, ele voltou do banheiro e notou um volume na cueca do colega, que estava deitado na cama e o cara nem tentava esconder a ereção.



Em questão de segundos Victor ficou pelado em pé na frente da cama e o cara de deitado passou a ficar sentado na beirada da cama e começou a chupar a rola dele.




O outro soldado parecia estar num devaneio, perdido, parecia que só a pica existia no mundo, chupava como uma louca. Victor pensou o cara é passivo e logo vai levar rola mas o cara falou que só gostava era de contemplar, alisar e chupar um caralho. E, lógico, beber porra! Depois os dois deitaram na cama e começaram a se masturbar.




Depois eles ficaram deitados contemplando e batendo punheta um para o outro, admirando o  membro do outro. Victor disse-me que depois o outro soldado olhou para ele e pediu para chupar a pica do Victor. O soldado chupador ficou na parte de baixo da cama e se aproximou dele e tocou em primeiro lugar as bolas dele e depois,e depois, lentamente, chupou uma bola, depois a outra, engoliu as duas bolas na boca, passava a língua no saco.




Suas mãos começaram a acariciar o caralho enquanto ia dando um trato no saco peludo. Victor disse que foi a primeira vez que chuparam seu saco disse que na hora estava gostando e se tiver mais caras que façam isso ele topa, essa preliminar pra ele é puto tesão, que pode chegar a durar um tempo que pra ele tá bom.




O cara quando começou o boquete começou em alta velocidade, faminto, ai Victor pediu para chupar mais devagar, apreciar cada centímetro com calma. Foi a primeira vez que o outro soldado chupava ele, naturalmente, já tinha sonhado muitas noites com esse momento. Ele gostava de apertar os lábios bem forte quando escorregava a boca desde a cabeça do pau até a base.


As carícias do soldado chupador não eram só com a boca, tinha uma sua mão deslizando lentamente pelas minhas coxas e depois para a minha barriga. Dava pra sentir  o calor de suas mãos em meu corpo enquanto o boquete ia sendo feito, isso deixava o Victor doido. Ele nunca imaginou essa cena, o colega de quarto dele, boqueteiro, nem nas fantasias mais loucas e ali estava acontecendo.





Quando Victor sentiu a primeira contração do seu corpo avisando que o momento do gozo estava chegando ele se inclinou e levantou da cama e se aproximou do soldado e mandou ele abrir a boca. Foi a primeira vez que o colega de quarto experimentou o leitinho quente dele. 



Victor me disse que sentiu um alívio quando o cara já veio pra perto da ponta do pau dele, veio e ficou sentado na cama com a boca esperando levar a esporrada, a boca aberta enquanto Victor batia o final da bronha. Quando estava pra gozar, sem pensar, ele colocou o pau na frente da boca e o soldado engoliu ávidamente o esperma, salvou tudo, não desperdiçou nada. 




Victor foi guiando o pau pra dentro da boca do soldado quando ele já tinha engolido toda a porra e agora estava querendo mais sexo oral. Victor dava umas estremecidas porque depois de gozar o pau fica sensível, mas a sensação de ser chupado depois que goza dá muito arrepio, pelo corpo todo.



Victor olhava pra baixo e via a expressão de plenitude, alegria, na cara do soldado, um rosto de felicidade e quando o soldado se sentiu satisfeito de levar tanta var na boca ele olhou para cima e ele abriu um sorriso, lá estava um homem satisfeito, feliz de ter chupado e engolido esperma de outro homem.


Um comentário:

  1. Encontrei algo com o qual realmente me identifico, com certeza em todo o conto eu me imaginei sendo o soldado chupador, eu me vi fazendo isso, só chupando, e dando prazer, só oral sem penetração. Sou homem e não vou dar meu cu. Mas chupar... é meu sonho, e imagino tantas vezes como será realizar isso finalmente!
    Então agora tenho certeza que vou sonhar que sou o soldado chupador de rola, e depois de dar muito prazer ao meu colega de quarto e beber sua porra sem desperdiçar nada, então eu dormiria como uma criança feliz chupando seu algo maravilhoso enquanto dormisse! E a todo momento que acordasse a noite, chuparia mais vigorosamente para ter mais leitinho na minha boca! hummmmm

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