quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Conto erótico: Um caso de polícia

Eu estava desesperado para mijar e estava agradecido da árvore ter um tronco onde eu poderia me encostar e ficar meio escondido na sombra que ela projetava sobre mim naquele trecho da rua. Enquanto o mijo ia escorrendo pela calçada eu olhava se vinha alguém, de bobeira, já que era umas três horas da madrugada, não tinha nem carro passando pelo local.



Como eu tinha ficado bebendo com amigos num bar na Savassi, eu poderia levar um tempo ainda mijando, porque eu tinha tomado todas. Eu tinha aberto bem a braguilha e espalhei minhas pernas para que o mijo não molhasse meus tênis. 



Durante a noite ninguém na rua e eu só estava a uns três quarteirões da minha casa e ao virar a esquina da avenida onde moro vi a luz da viatura da polícia, os raios coloridos girando fazendo um efeito lindo nos muros altos das casas.


Pensei comigo que estava tudo bem, afinal eu já estava chegando em casa e eu não tinha feito nada de mal, embora eu estivessea a umas horas atrás com uns amigos que tinham fumado baseado perto de mim. Já mais perto da vatra eu percebi melhor que um dos policiais estava encostado a um muro.



Ele estava mijando e ao passar pela calçada bem perto dele pude ver ele balançando as últimas gotas de urina do seu pau e colocar de volta em seu uniforme, olhando para baixo instintivamente para verificar a braguilha estava completamente puxado para cima. Quando ele olhou novamente para cima ele virou o rosto na minha direção e viu claramente que eu fixava a calça dele, desejando o que ele acabara de guardar.


Não, em vez de me deixar seguir meu caminho, já tinha passado uns metros por ele, eu ouvi o passo apressado do polical em minha direção, e me virei para ver o que estava acontecendo, fiquei paralisado, com um silêncio nervoso dentro de mim onde dava para ouvir só o meu coração batendo, ou melhor, apanhado.



O policial me mandou virar e olhar para o muro e quando eu apoiei as mãos no muro e abri as pernas ele me revistou, suas mãos iam das pernas até o peito, dando tapinhas e alisadas. Eu ia respondendo a ele o que ele perguntava. Houve uma pausa, eu me virei para olhar o policial e então ele se aproximou de mim.



Me deu na hora a impressão de que aquilo ia alem de uma averiguação, eu sabia que o policial ia tirar proveito da siuação para me assustar ou me dar uns tabefes. Eu, com medo e vergonha, olhei para baixo, e foi ai então que eu vi algo marcando a braguilha dele.




Então o polical sentiu a minha mão atrevida tocar por cima da braguilha dele, direito sobre o lugar onde havia um volume marcando a farda. Seu pênis não estava totalmente duro, mas a minha mão queria mudar isso, eu enchia o pau dele de alisadas, meus dedos leves escovando para cima e para baixo contra o material liso da calça dele.



Ele apreciou a minha ousadia, e ajudou abrindo a braguilha plenamente, mas não deixou cair as calças dele no chão, se ele tivesse feito isso ele não seria capaz de mover-se rapidamente e manter a vantagem na situação se eu quisesse fugir. 



Ele me tinha sobre controle e poderia fazer tudo o que se passava na mente dele naquele momento. A minha mão eu enfiei dentro da cueca branca slip e senti o calor do cacete dele, e a sua dureza e sua força querendo escapulir da sua prisão.



Ele podia sentir a miha mão passado pelos nos fartos pelos púbicos, ele era o tipo de homem que jamais tinha cortado ou aparado seus pentelhos. Não resisti e meti minha cara naquele monte de pelos, aproveitar a masculinidade que brotava na região que era o começo do pau duro dele, aquela região onde o pau se liga à barriga. Lambi os pelos que iam do pau até o umbigo, o "caminho da felicidade", como dizem.



Fui escorregando a cueca para baixo, o pau dele saltou para fora como se tivesse uma mola e quase acertou minha cara, o prepúcio cobria a cabeça do pau, um lindo pau reto e veiúdo. O meu policial gostoso olhava fixamente para o graffiti que tinha no muro, e se deixou levar pelas fantasias que cruzavam a sua mente.



Ele era responsável por isso estar acontecendo e tudo acontecia da forma que ele escolheu. Eu tinha engolido a vara dele e experimentado seu gosto masculino, seu cheiro suado, o pau agora estava totalmente ereto. Ele me puxou para cima e mandou que eu colocasse as minhas mãos para trás. 



Ele chegou a colocar as algemas em mim, ouvi o tilintar do metal me prendendo. Ele gentilmente puxou seu pênis para dentro da cueca e arrumou a calça, afivelou o cinto e eu ouvi ele chamar o outro policial que estava dentro da viatura. Com certeza o outro tinha visto e estava acompanhando as safadezas do outro.



Eu dei um curto suspiro de respiração, obviamente, com medo da situação, o policial tinha ido longe demais. O outro policial era menor do que o “meu” policial, mas com o mesmo olhar, olhar de desejo. Sem aviso, ele agarrou-me pelos braços e puxou-me para o banco de trás da viatura e foi se sentar no banco do motorista e disse ao “meu” policial que era para desligar a luz que a ronda noturna tinha acabado e que agora era hora deles terem um pouco de diversão.


Eles pararam num bairro distante do meu, na região da Pampulha, estacionando a viatura numa casa que parecia estar em reforma que eles sabiam servir para fazerem o serviço comigo. Possivelmente era um lugar que pertencia a algum deles ou a algum parente, pois eles estavam certos que o local não teria problemas, isto é, chamar a atenção pelos barulhos que uma foda faz.



O policial que dirigia me retirou do banco de trás e me empurrou para um quarto, uma vez os dois entrando eles fecharam a porta atrás deles e ligaram a luz. Cobriram o chão com um plástico e o quarto estava mal iluminado, a luz amarela era fraca, mas deu para ver os dois tirando toda a farda diante de mim.


Finalmente eu pude ver que estava diante de dois machos de pau duro. O mais baixinho veio pra cima de mim e me levantou e tirou as algemas. Disse para o outro ajudar a tirar a minha roupa e os dois foram me despindo. O policial mais baixo ficou de tirar a minha jaqueta jeans e minha camiseta. O “meu” policial ficou de tirar a minha apertada calça jeans.



Sem dizer uma palavra, o policial mais baixinho começou a passar a mão na minha bunda, movimentando-a em vigorosos círculos, um lado da bunda, depois o outro lado. Ele podia ver a a minha bunda roliça e firme, sem pêlos, quando enfiou um dedo no meu cú sentiu que não tenho pêlos no cu, eu deixo depilado e sempre lubrificado com a pomada Procto-Glyvenol para evitar fissura e hemorróida. 



O policial não fez nenhuma objeção, na verdade, ele gostou do me cú depilado e humido, me inclinou e abaixando-se para permitir uma melhor visão do meu cú, enfiou mais fundo o dedo indicador fundo dentro de mim. Sentir uma mão apalpando o rego já é uma delícia, imagina um dedo (ou dois) te adentrando, dá no cú o maior tesão!




O “meu” polical não gostou disso. Ele queria mostrar ao colega quem estava no comando. Tudo tinha acontecido tão depressa que ele não sabia o que fazer, mas se não fizesse algo era o policial baixinho que iria me traçar primeiro. 


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Seu pênis era comprido e enrugado de veias, apontava para cima fazendo uma leve curva, ele sabia que estava prestes a não ser o primeiro a fuder e ele começou a mostrar para o outro policial que ele seria o comedor de cu a iniciar a festa.



Ele pegou o cassetete e colocou em meu pescoço, me imobilizando. Com a outra mão ele apontou o caralho no meu buraco quente e apertava, mas eu estava tenso e não entrava, mesmo eu não sendo mais apertado. 


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Eu iria sofrer muito se a cabecinha entrasse, ai eu cuspi na minha mão e lubrifiquei meu cu, em seguida segurei a pistola dura dele e ajeitei na porta do meu cú. Ele empurrou tudo de uma vez, eu gemi alto, queria urrar mas o cacetete me sufocava, eu estava mordendo o cassetete para aguentar a meterola dele.



Ele estava se movendo, enfiando, rolando, apertando o pau dele, sentia as estocadas, as bolas do saco batendo na minha bunda. Quando ele enfiava o pau bem fundo e dava uma parada na enterrada do pau entalado no meu cú, as bolas dele ficavam apertadas entre as minhas pernas. 



Ele só queria meter e meter, ele não queria gozar. O pau duro sondava meu corpo, eu de pé levando uma surra de pica, ele me dado apoio em cima me segurando pelo cassetete e em baixo me segurando pelo pinto.



Seu pênis agora era puxado para dentro e para fora, quando o pau dele deslizava a sensação era de seu pinto estar crescendo mais ainda. Eu suava e gemia, ficou me comendo até molhar as minhas costas, meu suor misturou-se com o dele.



Ele sabia que eu estava um tanto entorpecido pelo álcool da cerveja e que a dor no meu cu só iria sentir mesmo depois, então ele me arrombava, usando o seu pau de macho sem se preocupar, a unica coisa que eu poderia pensar em fazer foi dar meu cú para ele, e assim acalmar a sua vontade de homem, talvez ele gozasse rápido e me deixasse ir embora.


Ele apertou seu pau nas minhas nádegas e depois de uma luta entre seu pau e meu cú, o “meu” policial retirou a pica de uma vez, deu um barulho constrangedor de pum saindo, ele virou-se para o outro policial e disse que era a vez dele. O policial baxinho me empurrou de joelhos, o pau dele estava em seu rosto e ele esperava que eu o colocasse na minha sua boca. Ele me disse que nunca tinha feito isso antes e que eu estava no meu dia de sorte. Ele me disse que nunca tinham chupado ele antes, mas que ele adorava chupar o pau do “meu” policial.



Ele sentiu uma boca de veludo agarrar as bolas dele, dando um trato, molhando as bolas de saliva, e depois viu meus lábios invadindo o seu caralho. Ele nunca tinha visto um cara chupar ele e acredito que o meu boquete levou ele às nuvens. Eu tentava imaginar a cara que ele fazia enquanto gemia e dizia que eu era um viado safado f.d.p. e gostoso.



Era isso mesmo o que eu era, acho que isso estava escrito na minha cara quando o “meu” policial me viu na rua antes. Eu chupei aquela rola como nunca tinha feito antes e o policial baixinho inventou de ir enfiado o dedo no seu buraco, mas como ele era menor não conseguia enfiar direito.


O "meu" policial partiu para enterrar sua pica no meu cú novamente, quando ele forçou a entrada se inclinando um pouco por que ele era alto, eu ali de quatro chupando o colega dele, dando uma maior velocidade no boquete, dando um trato maior à região da cabeça do pau. 



Ele gemia e protestava de prazer quando a minha língua roçava  e deslizava na região de cima, de baixo e dos lados da cabeça vermelha do pau dele, uma cabeça tipo cogumelo, que dava para encaixar os lábios na saliência e depois ir deslizando no sentido da ponta, ele adorava. 



O cacetão do "meu" policial estava posicionado no meu cú, passou pelo esfíncter e seu pênis latejante ia atolando cada vez mais dentro, desta vez eu sentia centímetro por centímetro, até que parou no fundo.



Ai então é que começou o vai-e-vém gostoso, agora não doía, só sentia prazer. Tentava prestar mais meus serviços pelo cú mas eu não podia me descuidar da chupada. 



Meu furo reagia dando apertadas no pau e minha boca melava de saliva o pau e o policial baixinho só gemendo, bem diferente do "meu" policial que era muito calado, às vezes mudava um pouco a posição em movimentos experientes, mas falar ou gemer era uma raridade nele. 



O policial baixinho começou a dar sinais que ia gozar. Foi porra toda dentro da minha boca, um sabor delicioso, muita porra engolida, muito cuidado para não desperdiçar nada.


Quando a porra toda, e era muita mesmo, terminou ele começou a ter muita sensibilidade no pau e não quis que eu chupasse. Fiquei dando para o "meu" policial mais uns quinze minutos, em várias posições, o cara era macho pra caralho. 



O seu pau lutava contra o meu cú, mas seus esforços só davam mais prazer, a ele e a mim. Meu cú reagia apertando o pau dele, ele reagia dando estocadas mais rápidas e profundas, seu corpo batendo contra minha bunda, eu deitado sobre o plástico no chão, ele montado em cima de mim. 



O guarda baixinho olhando à medida que ia vestindo a sua farda, mas eu via a cara de luxúria dele, um voyer sem-vergonha o que ele era.  Ele nunca tinha provado antes um boquete e agora que tinha experimentado, podia comparar o meu boquete com o que ele fazia no "meu" policial. E dava para perceber que ele sentia prazer em ver o colega fazendo sexo.


 O "meu" policial estremeceu de prazer quando o líquido deslizou pelo meu cú adentro, um calor escorrendo dentro de mim, sim, ele tinha gozado. Só tirou o pau de dentro quando ele já estava meia-bomba. Se levantou e ele se atreveu a olhar para o pau, eu não tinha sujado o pau dele.


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Ali eu sentia a porra dele queimando dentro de mim, ela ia saindo aos poucos quando eu piscava o meu cú, depois saiu muita porra quando fiquei com o cú mais relaxado. O leite dele deslizava no meio das minhas pernas e caia no plástico estendido no chão. Eu coloquei o dedo para limpar a minha bunda, acabei ficando com a mão toda grudada da porra dele. Não resisti e cheirei, hum que cheiro inigualável, inesquecível, que é porra de homem. 



Ele levantou-se, foi vestir sua farda e eu quis ficar em pé mas ele me olhou e colocou um dedo sobre os lábios mandando fazer silêncio e acenou para que eu ficasse quieto deitado no chão. 



Ele puxou o outro policial pelos ombros e saíram. Quando eu ouvi a viatura arrancando e indo embora me dei conta que tudo tinha acabado, eu coloquei minha roupa e saí, procurei um ponto de ônibus. Só não estava mais de cueca, eles tinham levado ela, talvez fosse um trofeu. 


Esperava um reencontro mas isto não aconteceu, ficou na lembrança essa foda, como é bom estar contribuindo para a polícia, não é o que um cidadão deve fazer? A gente tem esta paixão por homem de farda e quando morei no bairro de Santa Teresa eles passavam correndo, um bando, todos usando camiseta branca T-Shirt e calcão azul. 



Nossa, eu parava onde estava, no meio da calçada, e tinha um ou outro que era uma delícia, eles desviavam de mim, enquanto eu fitava a cara deles, como que dizendo olá tesudo, eu achava fazer isso divertido, nunca me tratavam mal. Na segunda volta eles até sorriam para mim, sabiam que eu era morador antigo do bairro.




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