quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Animais adoráveis

Estou em casa com meus seis gatos, 3 machos e 3 fêmeas, neste tempo chuvoso de verão, desejando que os pernilongos que aparecem sempre nessa época não sejam os da dengue, que por sorte não peguei, e penso em como é bom ter animal de estimação. Quando a gente tem em casa um PET (significa animal de estimação, em inglês) a gente sempre tem carinho por parte deles, agorinha a minha gata-mãe (todos meus gatos, exceto uma gata toda preta são filhos dela) passou pelo quarto, olhou para mim, subiu na cama e dorme tranquila.



Entro na internet para ver algumas imagens de animais e, de repente, encontro esta foto. É de um marzupial chamado Heidi, que mora no zoologico de Leipzig, na Alemanha. Ela (é uma menina de 2 anos e meio) tem uma característica que você deve ter notado, e muitos notaram, tanto que ela já é na internet uma celebridade tão conhecida como foi aquele polvo da Copa do Mundo. Ela é, como diz os mineiros, zarolha, têm os olhos tortos.


Se você gosta de animais, sabe que eles são capazes de amar de verdade. Eu gosto de tê-los aqui em casa e perto de mim, e gosto também de ver filmes e de ler livros sobre animais. Encontrei alguns livros por acaso, ainda não os li, mas penso em adquiri-los, tais como "De Bagdá Com Muito Amor". Segundo a resenha do Google Books, "uma narrativa emocionante que descreve com realismo as insanas condições da guerra e a história real da missão de Kopelman para resgatar um cãozinho. Um grupo de fuzileiros entra em uma casa abandonada em Faluja, no Iraque. Ao ouvir um ruído suspeito, os soldados destravam as armas, aproximam-se com cautela e se preparam para abrir fogo. Mas o que encontram durante aquele ataque à cidade mais perigosa da Terra? Não é um rebelde vingativo, e sim um cachorrinho que ficou para trás depois que a maior parte da população fugiu, para escapar do bombardeio."



Você pode adquirir por R$29,90 na Saraiva.  Na Submarino está mais barato, R$20,90. Comprando na Internet chega em casa, eu estou já viciado em comprar livros assim. O vídeo abaixo, falado em inglês, mostra o soldado e o cãozinho.




Eu estava em casa e tocam a campainha, vou atender e é o meu primo, com um gatinho recém-nascido. Não, parecia assim para mim mas devia já ter desmamado. Olho para ele e pergunto o que ela faz com um gato na mão e ele me diz que é um presente para mim. Nesse momento eu já tinha 2 dálmatas em casa, ganhar gato não me pareceu uma boa ideia, dizem que cães e gatos não se gostam. Enfim, acabei ficando com o gato e em casa alguém da minha família resolveu dar o nome de Sazón para o gato rajado. Foi só alegria esse gato, até que uns 2 anos atrás, quando ele já tinha uns 4 para 5 anos morando com a gente, ele foi passear e nunca mais voltou.



Enquanto o Sazón ia se familiarizando com as pessoas e os dálmatas, era só alegria pela casa, porque gato a gente ama de um jeito e cachorro a gente ama de outro jeito, por causa deles terem naturezas diferentes, aqui em casa a gente ia dando e recebendo amor dos animais. Parecia ir tudo bem até que um dia aparece uma gata em casa, vinda do telhado, porque a minha casa é toda murada, mandei fazer muro alto de uns 3 a 4 metros para manter reservado e separado do mundo lá de fora. Ela acabou encontrando o Sazón, e para nossa surpresa, os dois se apaixonaram. Viviam só olhando e andando juntos, como fazem os apaixonados. 




Eu e todo mundo nem imaginava o que ia acontecer, e aconteceu logo. A Rabuja ficou grávida. Seriam os primeiros gatinhos da Rabuja e do Sazón, e como eles eram lindos e amorosos, a gente aceitou a ideia de ter mais gatos. Nasceram 3 gatinhos, o Duque, o Gringo e a Pérola. Este é o Duque, o gato dominante:



O Duque é o gato mais apegado a mim, gosta inclusive de dormir encostado em mim de noite, de modo que eu coloco um pano de chão em cima da cama, na região dos meus pés, no canto da cama, para ele dormir. Quando não dorme ali ele procura uma cadeira, ou pula em cima da mesa da sala. O irmãozinho dele é o Gringo, que é mais "falante" que o Duque:



Está-se vendo que os dois são muito parecidos. As manchas no corpo é que permitem distinguir um do outro, além do gato que o Duque tem uma mancha escura na ponta do olho. O miado do Gringo é diferente do miado do Duque, com o tempo a gente conseguiu saber pelo miado quem é quem. Os dois tem uma irmãzinha, a Pérola, uma gata meiga, medrosa, muito muito quieta, quase a gente não percebe ela em casa, pois gosta de dormir num canto, de preferência num ganho alto do pé de romã. Ou em cima da geladeira!



Ela só tem manchas nas orelhas e no rabo. As manchas destes gatos são todas do mesmo padrão, lembrando o pelo rajado do pai. Enquanto a mãe, Rabuja, é preta e branca, seus filhos herdaram o padrão de pelo do pai, Sazón. Como o Sazón sumiu eu posso matar saudade dele olhando as fotos dele ou olhando as manchas nos pelos de seus filhos. Apareceu um gato adulto, cinzento, calmo, com um olhar lindo, deve ser de algum vizinho. Ficou em cima do telhado, depois passou para o chão e se aproximou de mim, fizemos amizade, eu nunca machuco ou intimido animais, e lhe dei o nome de Janjão. Não tenho foto dele, mas sei que ele "traçou" a Rabuja e ela teve depois uns 11 filhotes. Alguns morreram, outros sumiram por livre vontade, outros foram doados, acabei ficando apenas com o Crispim.



O Crispim tem a característica de ser o que externa mais os seus sentimentos e necessidades, "falando". Ele "fala" que quer sair, ele "fala" que quer comer, nossa, ele faz barulho, um miado para cada coisa, tem um vasto repertório de "vozes" para dizer o que quer. E para fazer ele parar, só atendendo a sua vontade. Então, quando pensava que estava completo o time, apareceu a Bigi, uma gatinha preta de menos de 10 centímetros, que alguém jogou da rua em cima do meu telhado.



Ela, a Bigi, é a paixão do meu companheiro, é tratada por ele como uma princezinha. Ela não é parente dos demais gatos mas desde o primeiro dia houve uma amizade entre eles, os demais gatos são doidos por ela. Exceto as fêmeas que não gostam dela, aliás, é a Bigi que deu motivo porque a Bigi tem a mania de rosnar bravo para as gatas Rabuja e Pérola, e até correr e bater nelas. Achamos que é puro ciúme. A Bigi também difere dos demais gatos: é a única que caça passarinhos. E depois os come, a gente acha penas de passarinho que ela comeu. E o pior é que a Bigi caça os passarinhos (Beija-flor, garrincha, etc.) e os traz para comer debaixo da mesa da cozinha ou da sala. A gente acaba descobrindo que ela caçou e comeu passarinho pela quantidade de pena, e a cabeça, que ela deixa no chão. 


Clique sobre a imagem abaixo para ver melhor.




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