domingo, 31 de janeiro de 2010

Estes textos são da minha cabeça ou são "da gaveta"?

Quanto ao conteúdo dos textos do blog BEAGA24 a maioria são redigidos por mim com base em minhas crenças e valores, contudo há alguns textos que são copiados da Internet, ressalvados nos mesmos a sua origem, ou seja, sua fonte.


Os textos que redigo tem por finalidade compartilhar com os leitores uma leitura do que é a vida gay, ou como fala-se na língua inglesa, o "gay lifestyle".




Não são certamente textos científicos ou filosóficos, bem como não tem como objetivo descrever ou disseminar uma realidade comum e aceita isto porque são a minha visão, o meu entendimento da realidade a partir da minha condição sexual de gay.



É um blog cultural? Não tenho a proposta de apresentar material de cunho cultural, artístico ou religioso, embora em alguns momentos o conteúdo possa resvalar ou aproximar-se de um conhecimento mais sólido e edificante. A verdade é que o blog está transbordando é de "viadagem" mesmo, como pode ser notado pela quantidade de publicações com tema sexual masculino e pelo fluxo transbordante de vídeos de sexo gay.


Acho que o blog fica no meio termo entre os meus sítios ("sites") na Internet chamado SEU PÊNIS e CARNIVAL. O que tem em comum é que são fruto da minha experimentação em criar páginas usando o código HTML e, o que eventualmente me traz questionamentos, a inserção de material não autorizado.



Quando o material publicado no blog é de terceiros diz-se que são "da gaveta", o que significa que são obra originalmente exibida em sítios da Internet e que posteriormente foram copiadas, seja integralmente ou em parte, em outros locais na Internet. Concordo que tenho uma inclinação ou até mesmo compulsão em aproveitar textos, imagens e vídeos de terceiros, aliás não fico longe da média, ou da maioria dos demais caras que fazem sites.



Basta ver a quantidade de fotos de homens em situações eróticas exibidas por ai, e os vídeos então nem se fala. Quem é que tem uma produção própria de fotos? De vídeos?



Quanto aos textos "de gaveta" publicados no meu blog eles geralmente trazem a origem, sendo que eu prefiro visitar páginas em inglês e depois eu traduzo para o português o que me interessa, ou melhor, o que interessa ao leitor do meu blog. 



Portanto, tem material "de gaveta" no meu blog? Sim. Porém, todavia, contudo, não é minha intenção ferir direitos de terceiros, se alguém se sentir lesado, prejudicado, magoado, ferido etc me avise que eu tomarei imediatas providências no sentido de regularizar a situação.



Parto do princípio que o que importa é facilitar a conectividade entre as pessoas e se o conteúdo do blog precisar de ser revisto, que assim seja, não tem problema. O que eu não aceito é não poder expressar o que sinto e penso através do que eu produzo e através do que outros produzem.



Sempre há que se fazer mudanças, as mudanças fazem parte da vida, e no caso do material "da gaveta" é um risco que corre-se no decorrer da empreitada de disseminar material gay na Internet. Peço encarecidamente que os leitores não achem que é apenas um blog de cópias, não é o caso.



Mas é um blog que procura oferecer aos machos gays a possibilidade de aproveitarem o que tem de melhor em eroticidade e pornografia gay. Talvez para produzir o blog eu tenha tocado em pontos críticos com relação a autoria e posse de material, mas não publiquei com interesse em repetir e copiar, e embora seja em síntese isso o que pode ter acontecido, e vá acontecer, não há em momento algum o objetivo de cometer culpa ou dolo.



Porventura ocorrendo falhas derivadas de imperícia, imprudência ou negligência são ocasionadas pela vontade de extravasar a minha criatividade e sensibilidade, logo há que ser permitida certa liberdade uma vez que o novo para acontecer, assim, amadoramente, merece uma chance, você não acha?



Obrigado àqueles que me trazem ao conhecimento as minhas imperfeições e erros, estão na verdade colaborando comigo e com meus demais leitores. Obrigado mais uma vez uma vez que o meu maior erro seria ficar na ignorância e na omissão.



No mais recorro a uma frase que ouvi de um chegado: por mais viadagem que a gente faça não se tem que perder a dignidade.


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