quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Onde é que acontece uma transa? Em qualquer lugar onde tenha um ativo e um passivo como por exemplo um consultório médico. Aconteceu na década de 1980 em Campinas, eu devia ter uns 26 ou 27 anos e eu nessa época tinha repetidas crises renais. Quem já passou por uma cólica renal sabe que dói pra caralho.

Eu trabalhava numa empresa do governo e tinha um ótimo convênio médico e então eu aproveitei para marcar um horário numa clínica médica que ficava na Av. Barão de Itapura no trecho perto da Lagoa do Taquaral. Só sabia o horário e o nome do médico e estou eu lá na sala de espera mas a crise já estava passando mas mesmo assim eu iria me consultar. Quando a moça do atendimento me chamou e disse que eu podia subir no andar de cima na sala tal eu fiquei apreensivo, mais por conta que na época eu era muito tímido.



Ao entrar no consultório o médico estava sentado e levantou-se e veio até a mim, apertou a minha mão e fechou a porta. Ele era um gato, devia ter no máximo uns 40 anos, alto, com um corpo cuidado, nem gordo nem magro, barba feita, olhos e cabelos castanhos. Sua mão era macia mas com firmeza, ele tinha dentes lindos. Devia ser muito inteligente para já estar formado e trabalhando como médico numa especialidade. Ele me pediu para sentar e quando ele contornou a mesa e sentou-se na sua cadeira ele me olhou fixamente, fiquei mais sem jeito por alguém estar me olhando, comecei a perder o foco do que falava, muito encabulado de estar num lugar fechado com um cara macho que ficava tão próximo e me olhando. Ele percebeu alguma coisa da minha viadice enrustida, eu até aquela época só tinha dado a minha bunda uma única vez.



Na verdade eu estava com o rosto todo vermelho de vergonha de ele perceber que eu era homossexual afinal era um convênio da empresa e na minha cabeça eu devia esconder a minha viadice para não me complicar. Ele me pediu para levantar e tirar a minha camisa, tirei e ele veio até a mim e tocou e deu umas batidinhas nas minhas costas. Sem mais nem menos ele começou a passar a mão nas minhas costas que estavam bronzeadas porque na época eu fazia natação, nadar e andar de bicicleta eu fazia direto nos finais de semana e eu estava com um corpo malhado. Já era careca nessa época mas ainda tinha algo de juventude, eu era cheio de energia, meu único problema era medo das pessoas.



Ainda mais quando acontece a primeira abordagem de um macho pra cima de mim, sem eu estar pensando nisso. Fiquei paralisado, confuso, parte de mim achava que estava rolando alguma coisa mas outra parte dizia que era um procedimento médico. Só o tempo iria esclarecer a situação. Eu me virei e olhei para ele para saber se o que acontecia era algo sexual ou não e o vi ir até a porta, passar a chave e voltar até mim, de pau duro na calça de microfibra. Agora eu sabia! Eu nunca tinha visto um pau duro de homem na calça desse jeito, fiquei olhando para aquilo admirado, e desejando ele. A única coisa que pensei era que eu queria que aquele homem me desejasse e fizesse comigo o que ele estava pensando fazer. Ele tomou todas as iniciativas, eu fui sendo conduzido a satisfazer as vontades dele, sempre ele me pondo nos lugares do consultório e nas posições que ele queria.



Primeiro meu médico me pediu para abaixar e tirar completamente minha calça e cueca, fiquei só de meia ao lado da mesa dele. Ele ficou esperando eu me despir, quando terminei ele só abaixou a sua calça e a cueca, ficando elas na altura dos seus joelhos e disse que eu devia ficar tranquilo, ficou conversando comigo que eu estava muito bem de saúde, que eu tinha um corpo gostoso. Suas mãos tocaram meu ombro e me fizeram virar de costas, e foi me empurrando até a mesa que os pacientes ficam deitados para serem avaliados, só que não deitei, só me encostei e me debrucei nela, meu peito ficou sobre a mesa de avaliação. Ele começou a enfiar a pica dele na minha bunda, seco, sem camisinha. Nessa época a AIDS ainda não era uma preocupação, acontecia mais nos Estados Unidos, aqui ainda não era um problema. Quando ele viu que eu era apertado e o pau não entrava no cu ele deu uma cuspida na mão e passou a mão dele no meu buraco. Eu estava preparado para dar o meu cu pela segunda vez, a primeira vez tinha uns 23 anos e agora com uns 27 anos, ia ter a minha segunda foda.



O médico segurou meus braços apertando-os contra a cama e começou a enfiar devagar mas continuamente, só parou quando entrou toda a sua pistola em mim. Eu para não urrar de dor mordi o papel que revestia a cama e enquanto ele enfiava ele me dizia para aguentar que já estava acabando, mas parecia que o pau não acabava nunca de entrar no meu cu. Quando entrou tudo ele deu uma parada e se deitou sobre mim e começou a bombar e eu me acostumei com a pica dele, comecei a gostar e do meu pau saia uma baba e ficou babando o tempo todo que ele me comia. É o que depois vim a saber que é o orgarmo de cu, o orgasmo que acontece quando se da o cu. Até então eu gozaga masturbando meu pau, mas gozar pelo cu é uma delícia, é muito prazeroso, forte, intenso, completo.



Aguentei o tempo todo até a hora que ele tirou o pau de mim, o cacete dele estava duro, empinado para cima. Ele pegou uma cadeira e colocou no meio do consultório e se sentou e me chamou e me orientou como sentar na pica dele. Ele me fez olhar na direção da porta e me empurrou com cuidado para baixo e eu fui sentando na pica dele, meu cu ja estava arregaçado e a pica entrou, as pregas que tinha sobrado foram pro espaço. Ele me segurou firme na cintura e me jogava para cima e para baixo, quando aprendi ele soltou a mão e eu fiz sozinho o sobe e desce. Ele começou a gemer, então segurou na minha bunda e com alguma violência lascava o cacete na minha bunda. E gozou assim e só tirou depois de um minuto depois de ter gozado, o pau dele ainda estava duro mas todo melado e a porra dele saia do meu cu. Ele pegou um papel e limpou o pau dele e o meu cu. Disse que eu estava ótimo e me receitou só um analgésico. Disse que eu não precisava de mais nada agora.

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